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terça-feira, 9 de agosto de 2016

#366Acordes - Acorde #222 - Pela Minha Pátria

#222 - 09/08/2016 - "Pela Minha Pátria"
Composição: Bérgamo, Gili e Luan
Interpretação: Grupo Efeito Constante

O Grupo Efeito Constante é de Blumenau (SC) e vem fazendo um RAP condizente com a definição do estilo - Rithm And Poesy. Essa canção é dedicada ao Exército Brasileiro, que é uma das poucas coisas no Brasil da qual ainda podemos nos orgulhar, e aos jovens que dedicam esse tempo de suas vidas ao treinamento militar, sendo que alguns acabam continuando nas Forças Armadas depois de encerrado o período obrigatório. Bérgamo, o compositor original, não é integrante do grupo e sim, soldado e primo de Gili. Bérgamo teve a ideia original, e com a ajuda do grupo, a canção nasceu.


Pela Minha Pátria

Pela minha pátria, eu tenho fé e esperança
Pego no fuzil e deixo de ser criança
Agora é forças armadas
Se alistou, serviu
Preparado pra batalha em prol de um Brasil
Por um país protegido em missão de paz
No ar, por terra, navegando os sete mares
Soldado brasileiro protegendo suas riquezas
Bem treinado pela força mortal da natureza.

A terra treme, o inimigo não se atreve
Se acontecer, que a guerra seja breve
Homens e mulheres defendem seu território
Já vêm de gerações nosso propósito
A nossa diferença, o que a gente tem
Senta a Pua, Monte Castello, não teve pra ninguém
O serviço foi feito, missão cumprida
Volta pra casa, um abraço na família.

Pela minha pátria!
Pra guerra a gente vai
Pronto pra derrubar o que dizem que não cai.
Pela minha pátria!
Nós estamos de plantão
Surpreendendo qualquer tipo de invasão.
Pela minha pátria!
Que tudo fique em paz
Em prol da paz muito longe a gente vai.
Pela minha pátria!
Sou brasileiro e nada muda isso
Se o Brasil precisa, será meu compromisso.

Asas que protegem o céu do país
Super Tucano, Orion, AMX
F-16 quebra a barreira do som
Hércules lotado de ajuda e alimentação
Pantera faz resgate, pousa em qualquer lugar
O soldado brasileiro desce pra te buscar
Na proteção de ponto 50
O inimigo nessas horas nem tenta.
 Pela minha pátria!

Amazônia, Pantanal
Os gringo tão de olho aqui no nosso quintal
Pré-Sal, agora super protegido
Eliminando os corruptos envolvidos
Pelo povo brasileiro
Pelas nossas crianças
De ajudar a gente nunca cansa
Mesmo que o Brasil não seja perfeito
Pode deixar que cuidamos do nosso jeito.

Pela minha pátria!
Pra guerra a gente vai
Pronto pra derrubar o que dizem que não cai.
Pela minha pátria
Nós estamos de plantão
Surpreendendo qualquer tipo de invasão.
Pela minha pátria!
Que tudo fique em paz
Em prol da paz muito longe a gente vai.
Pela minha pátria!
Sou brasileiro e nada muda isso
Se o Brasil precisa, será meu compromisso.

Acre, Alagoas, Amazonas, Amapá
Bahia, Distrito Federal, Ceará
Pará, Espírito Santo, Paraná
Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Paraíba
Maranhão, Pernambuco, Piauí, Minas Gerais
Rio Grande do Sul, Sergipe, Goiás
Rio Grande do Norte, Tocantins, Roraima
Rio de janeiro, São Paulo, Rondônia.

Com Santa Catarina, fecham 27 estados
Aleatórios, mas fortemente armados
Comandos, Guerra na Selva, PQD
Brasil inteiro pra proteger.
Pode contar que estamos por aqui
De Blumenau, 23BI
Haiti, Angola, missão de paz
Exército Brasileiro em nome do Pai.

Pela minha pátria!
Pra guerra a gente vai
Pronto pra derrubar o que dizem que não cai.
Pela minha pátria!
Nós estamos de plantão
Surpreendendo qualquer tipo de invasão.
Pela minha pátria!
Que tudo fique em paz
Em prol da paz muito longe a gente vai.
Pela minha pátria!
Sou brasileiro e nada muda isso
Se o Brasil precisa, será meu compromisso.
Pela minha pátria!

terça-feira, 25 de agosto de 2015

25 de agosto - Dia do Soldado

Parabéns aos soldados das três armas, verdadeiros militares que trabalham por amor à Pátria, e não apenas pelo salário.

segunda-feira, 2 de março de 2015

Aniversário do Centro de Instrução de Guerra na Selva - CIGS

O CIGS - Centro de Instrução de Guerra na Selva - foi criado em 02 de março de 1964, tendo como seu primeiro comandante o Major Jorge Teixeira de Oliveira.

Em 1966 começaram os primeiros cursos de guerra na selva, fazendo deste órgão um importante centro de treinamento para os militares brasileiros. A valorização da Amazônia e demais áreas de floresta e a defesa de fronteiras são objetivos importantes dos guerreiros da selva. Já se especializaram mais de cinco mil homens, e este número cresce a cada dia. 

O vídeo abaixo refere-se aos 50 anos do CIGS, no ano de 2014, mas considerei válido repeti-lo no seu 51º aniversário.


segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Forças Armadas do Brasil

O Brasil vem investindo mais nas três armas, especializando tropas de elite para segurança de fronteiras, guerra urbana, e até retomada de plataformas de petróleo. No meio de tanta coisa errada, ao menos esse fator nos deixa mais tranquilos. Gastos com poder bélico são alvos de crítica por parte de muitos mas, infelizmente, são necessários.

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

E se a Intervenção Militar viesse com Braço Forte?

No sábado, dia 15 de novembro, milhares de pessoas em várias cidades foram às ruas protestar contra o governo de Dilma, e pedir intervenção militar. O cantor Lobão, um dos "líderes" das manifestações, percebeu o mico que estava pagando entre os paulistanos que pediam intervenção militar e abandonou as ruas de São Paulo, voltando para sua toca. 

O povo pede intervenção militar, sem lembrar ou sem saber do que ocorreu na ditadura. Com a intenção de mostrar o que realmente aconteceria se estivéssemos sob os cuidados do Exército, o site Terra publicou uma matéria fictícia, mostrando o que aconteceria com os tais manifestantes se seu pedido de intervenção militar fosse atendido. Excelente matéria, vale a pena ler.

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Esquecendo seus Heróis

O fuzileiro naval americano que matou Osama Bin Laden falou à revista “Esquire”, queixando-se que nem mesmo seguro de saúde ele e sua família possuem. O seguro de saúde militar que ele possuía expirou, e não houve renovação e nem portabilidade para o seguro de saúde civil. Nos tempos em que ele serviu ao seu país, adquiriu artrite, artrose, problemas dermatológicos e de visão, além da pressão do trabalho, e do medo que ele e sua família sentem até hoje. “Não tenho apoio”, diz o soldado. Quando perguntou a respeito de seu plano de saúde, lhe disseram: “Você está fora do serviço, sua cobertura acabou. Obrigado por seus 16 anos de trabalho”.

Deixando de lado conspirações, verdades e boatos, é triste ver como pode um país esquecer-se de quem dá seu sangue por ele.

(imagem: burgos4patas.blogspot)

domingo, 14 de julho de 2013

"Pela Minha Pátria" (Grupo Efeito Constante)

Não gosto de rap, a não ser o som de Gabriel, o Pensador. Mas este rap sobre o Exército Brasileiro, criado pelo Grupo Efeito Constante, ficou bom. E o Exército é uma das poucas instituições que funcionam no Brasil, e merece nosso respeito.

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Guerra, história e honra.

Uma homenagem aos soldados que deram suas vidas naquela grande dia, dando início à libertação do mundo de um ditador sem escrúpulos.
 
 

segunda-feira, 29 de abril de 2013

ONU - Herói Brasileiro Comandará Operações no Congo

Um verdadeiro herói brasileiro (e não um idiota do big brother) foi convidado pela ONU para comandar a missão de paz no Congo. O general brasileiro Carlos Alberto dos Santos Cruz, 60 anos, foi convidado para comandar os 23,7 mil homens que irão para o Congo, com a missão de imposição de paz, através da intervenção no conflito. Este é o reconhecimento pelo excelente trabalho feito por este mesmo general e seus homens no Haiti entre 2006 e 2009, onde violentas regiões daquele país, como Cité Soleil, foram retomadas das mãos dos grupos armados que dominavam a região.
 
Santos Cruz é general de divisão, e atualmente integra a Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência. Ele afirma que a situação no Congo é totalmente diferente do Haiti, e é preciso uma boa percepção dos problemas para que a missão tenha êxito.
 
O conflito no Congo teve início após o genocídio em Ruanda em 1994, e entre os anos de 1996 e 2003 já ocorreram 4 milhões de mortes. Vários grupos rebeldes dominaram áreas do país, sendo o mais forte deles o grupo 23 de Março, conhecido como M23, formado por ex-militares. Este grupo ataca a população, e comete abusos contra os direitos humanos, violência e exploração sexual e execuções sumárias. A força de intervenção da ONU contará com infantaria, artilharia e uma companhia de Forças Especiais. Contamos com o sucesso da equipe brasileira, se há alguma instituição no Brasil da qual ainda podemos nos orgulhar, é o Exército.
 
 
(foto por Logan Abassi/ONU)

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Brasil e Haiti


Desde 2004 o Brasil vem integrando e liderando a Força de Paz da ONU que está trabalhando na reconstrução e controle interno do Haiti. Quem esteve antes lá foram nossos amigos americanos, mas devido a alguns problemas, o Brasil encabeçou a operação. Conseguimos combater grande parte do tráfico e acabar com as gangues que praticamente comandavam uma guerra civil no país. O povo do Haiti sofre com a pobreza e as conseqüências dos desastres naturais que se abateram sobre o país, mas encontrou no Brasil um braço forte e uma mão amiga, que está, aos poucos, reconquistando a dignidade deste povo.
Alguns países acusam o Brasil de utilizar o Haiti como laboratório para treinamento de combate. Acusam alguns soldados de abuso de poder, de excessos contra alguns indivíduos revoltosos. Mas vamos analisar: Se o exército passar a mão na cabeça de todos, perde-se o respeito e a força. Você conhece algum soldado bonzinho, algum sargento com uma carinha amigável? E tem mais: Laboratório ou não, o Haiti está vendo resultados: reconstrução do país, apoio e atendimento médico à população, segurança interna, água e saneamento. Tudo isso está sendo feito passo a passo, aos poucos, com esforço e sacrifício, para que o país volte a se estabilizar.
E ainda há perigos. Com a greve da polícia, o Exército Brasileiro teve que assumir essa parte da segurança. Outro problema é o fato de ser ano eleitoral no Haiti, isso tem causado manifestações e protestos nada pacíficos. E o exército do Haiti, que conta com quinze mil homens, está tentando se reerguer, e já exigiu da ONU o controle do país. Mas eu acredito na capacidade e na disposição das Forças Brasileiras, que não vão deixar o Haiti regredir e tornar-se uma ditadura.





(fotos by MarvinCode Blog)

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Missão Dada é Missão Cumprida: Boa Viagem!

Vinte e cinco soldados lageanos partiram ontem para o Haiti, na Missão de Paz da ONU. O Brasil, apesar das dificuldades internas, tem prestado um grande apoio militar, educacional e moral àquele povo que sofre tanto. Que Deus abençõe e proteja estes jovens, e que sejam "braço forte e mão amiga" para os que sofrem.

"Mil cairão ao teu lado, e dez mil à tua direita, mas tu não serás atingido". (Salmos 91.7)

domingo, 28 de novembro de 2010

Guerra no Rio

Após a tomada do Complexo do Alemão, seria ótimo se o Exército, a Marinha e o BOPE invadissem o Congresso, as Câmaras Estaduais e o Planalto pra caçar os verdadeiros bandidos, que são a causa de o país estar assim. Eles manipulam o povo, e engordam o bolso sem se preocupar com o país. O comodismo do brasileiro faz com que sejamos fantoches na mão dos políticos, infelizmente. E como disse Marcelo Tas: "Em um país onde um policial ganha mais que um professor e o governo gasta mais com um preso do que com um aluno, tem algo errado."

domingo, 25 de julho de 2010

Guerra no Horizonte...

Já falei a respeito disso no post EUA X Venezuela. Agora veja o que lí no site Vermelho.org: 

As recentes provocações do governo colombiano contra a Venezuela obedecem a um plano ardiloso e sinistro de Washington, na opinião do presidente Hugo Chávez. Os Estados Unidos têm interesse na guerra e buscam criar as condições para uma conflagração na região, segundo o líder da revolução bolivariana, que rechaçou de forma enérgica as insinuações feitas por Uribe de que o país socialista estaria mancomunado com as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc).
“Não devemos subestimar o que está ocorrendo”, alertou Chávez durante um longo discurso para centenas de sindicalistas que participaram do 3º Encontro Sindical Nossa América, na noite de sexta-feira (23), em Caracas. Ele rechaçou de forma enérgica as acusações do governo Uribe, comparando-as às mentiras inventadas contra o Iraque pelo governo Bush para justificar a guerra (“disseram que o país tinha um grande arsenal de armas de destruição em massa, depois ficou comprovado que isto não era verdade”) e assegurou que, diferentemente dos EUA, a Venezuela quer a paz e não a guerra.
O presidente venezuelano acentuou que o mundo, e em especial a América Latina, vivem um momento de transição e mudança. Por aqui, ao longo dos últimos anos, foram eleitos vários governos progressistas que, embora em graus diferenciados, contestam a hegemonia norte-americana e buscam abrir caminho para um desenvolvimento soberano e a integração política e econômica da região.
Com a economia em frangalhos e num processo histórico de decadência, os EUA recorrem ao poder militar, terreno em que sua superioridade é incontestável, como último recurso para manter o domínio sobre o mundo. A guerra é, hoje, o principal instrumento do imperialismo. Isto explica um orçamento militar que corresponde à metade dos gastos bélicos do resto do mundo e foi ampliado apesar da crise (agravando os desequilíbrios financeiros e o déficit do governo imperial), bem como a crescente agressividade contra os povos.
No Oriente Médio, onde tem Israel como ponta de lança, Washington mantém a guerra imperialista contra o Iraque e o Afeganistão e respalda o terrorismo sionista (terrorismo sionista??? discordo) contra os palestinos. Na Ásia, está por trás das provocações contra a Coréia do Norte e na América Latina são notórios os preparativos para conflitos bélicos com o objetivo de reverter o processo de mudanças progressistas no subcontinente. Por ironia da história, neste momento o senhor da guerra é o Prêmio Nobel da Paz, Barack Obama.
Entre as mais recentes iniciativas do império contra os povos e nações latino-americanos Chávez apontou a reativação da 4ª Frota de Intervenção, a ocupação militar do Haiti (disfarçada de “ajuda humanitária”), da Costa Rica (a pretexto de combater o narcotráfico), o golpe militar contra Zelaya (e a Alba) em Honduras, a instalação de sete novas bases na Colômbia e, agora, as falsas acusações vomitadas pelo governo Uribe.
“Os EUA vêm agredindo nossos povos faz muitos anos”, lembrou o comandante da revolução bolivariana, ele próprio vítima de um golpe militar desferido pela oligarquia venezuelana com apoio explícito do império em abril de 2002, felizmente abortado e revertido pelo povo em aliança com os militares progressistas em pouco mais de 24 horas. Quando aplicou o golpe frustrado contra a revolução bolivariana, o governo Bush já tinha planejado a guerra contra o Iraque, mas queria primeiro recuperar o controle sobre as ricas reservas de petróleo venezuelano.
“Aqui na América Latina não há dúvida de que o espaço mais quente e mais tenso que o império escolheu para a guerra é a parte norte da Sul América, onde Bolivar sonhava que nasceria a maior nação do universo, não pela sua extensão mas pelo caráter progressista e popular que imaginou com a integração”, destacou.
Interessa ao imperialismo “preparar as condições para que aqui se desate um conflito armado e tristemente o território da irmã e querida Colômbia foi transformado em território de guerra, estabelecido um regime militarista, que vai contra seu próprio povo, em 1º lugar, e contra os povos irmãos ao se converter em instrumento do imperialismo”.
“Vivemos momentos de tensões, como Fidel vem alertando ao longo dos últimos meses”, disse Chávez, aludindo ao “perigo de que se desate uma grande conflagração que pode gerar uma guerra atômica no Oriente Médio, com uma guerra imperialista contra o Irã, ou na península da Coréia”.
O atual governo colombiano, lacaio do imperialismo, cumpre na América Latina papel análogo ao de Israel no Oriente Médio. Hoje, entre Colômbia e Venezuela, “o contraste é muito grande”, sublinhou Chávez. “Aqui sabemos que está em marcha uma revolução, estamos construindo nosso modelo socialista, enquanto a Colômbia se foi convertida por Uribe num enclave do imperialismo”.
“Fui obrigado a romper relações com o governo da Colômbia e não com a Colômbia ou o povo colombiano, porque Colômbia e Venezuela constituem uma mesma pátria. Há razão para preocupação (deles), pois a oligarquia sabe que os destinos da Venezuela e Colômbia no fundo são os mesmos. Uma vez desatada a revolução bolivariana aqui a burguesia colombiana ficou apavorada”, disse o presidente venezuelano, lembrando que tal temor vem de longe e já se manifestava desde 4 e fevereiro de 1992, quando liderou uma insurreição militar (derrotada) contra o governo neoliberal de Carlos André Peres.
“Quando a oligarquia colombiana e o imperialismo se deram conta do ímpeto revolucionário de militares venezuelanos começaram as hostilidades. Já naquela época se dizia que o movimento militar bolivariano era uma extensão da guerrilha colombiana. Como hoje, divulgaram imagens, fotografias e montaram o cenário para nos associar às Farc. Recordo isto à imprensa lembrando que está tudo registrado. A Venezuela participou da guerra contra a guerrilha.”
"Eu declarei que não iria mais participar daquela guerra, que o conflito era um problema interno da Colômbia. Nós queremos buscar o mecanismo para a paz, mas me acusaram com informes, documentos e mapas falsos de apoiar as Farc e querer a guerra. Disseram que o golpista, o coronel Chávez comandou assalto contra unidade militar venezuelana, tudo isto está registrado. A oligarquia colombiana, temerosa do efeito contágio da revolução bolivariana, arremete contra o nosso governo, o nosso povo, a nossa revolução".
Acrescentou que os EUA “lhes metem ainda mais medo. Eu estou seguro que este show montado por este senhor que parece inabilitado para exercer cargo público na Colômbia, que essas imagens que ele apresentou lhes foram dadas pelo império ianque, pois agora a Colômbia tornou-se uma grande base militar do imperialismo”.
O presidente venezuelano lembrou que é uma vergonha o que vem ocorrendo no interior da Colômbia. Os militares estadunidenses praticam toda sorte de crimes, inclusive tráfico de droga inclusive, dos militares ianques, mas gozam de imunidade. “Não dá vergonha ao governo colombiano entregar de forma tão abjeta o território colombiano a este tipo de gente?”, indagou.
Hugo Chávez salientou que o mundo vive um momento bem diferente de 10 ou 15 anos atrás. “Em 1994, o governo Clinton reuniu os chefes de estados de todos os países americanos, com exceção de Cuba, para anunciar a instalação da Área de Livre Comércio das Américas (Alca). Chegou a dizer que estava realizando o sonho de Bolívar, o que era uma mentira, pois se tratava do sonho de domínio do império”.
Era uma época que sucedeu a queda do Muro de Berlin e o colapso da União Soviética. Parecia que a história tinha chegado ao fim e o capitalismo neoliberal era o fim da história, como sustentou um ideólogo estadunidense Francis Fukuyama. “As ideias de Marx, Engels e Lênin foram negadas. As luzes do socialismo se apagaram no mundo. Uma das poucas luzes acesas era Cuba revolucionária, Cuba de Marti, de Fidel, de Che Guevara.”
Mas, as coisas mudaram. “Em 1998, quando fui eleito pela primeira vez, era só eu e Fidel. Depois vieram Lula no Brasil, Evo Morales na Bolívia, Kirchner na Argentina, Tabaré Vasquez (depois Pepe Mujica), Rafael Correia no Equador. A Alca foi enterrada em Mar del Plata na Argentina, em dezembro de 2005”.
O socialismo voltou à ordem do dia. “Estamos fazendo um grande esforço para construir o socialismo, sabemos que socialismo não se decreta e nem se impõe de um dia para o outro, é um caminho largo de construção de um novo modo de vida, um novo modo de produção e de relacionamento entre os homens, num processo em que a classe trabalhadora joga um papel protagônico”, afirmou o líder da revolução bolivariana.
Diante deste cenário de transição e mudança “o império contra-ataca e contra-ataca com fúria”, observou, citando os exemplos de ofensiva capitalista e destacando o golpe contra Zelaya em Honduras, “que foi um golpe contra a Alba e contra todos nós”. Eles querem a guerra, alertou, “nós queremos a paz”, reiterou, “mas reagiremos à altura se formos agredidos. A Venezuela não voltará a ser colônia dos EUA nem de ninguém. Se vierem estarão desencadeando uma guerra de 100 anos, que pode se transformar num bumerangue contra o governo colombiano e o império”.
(fonte: Umberto Martins)

O Cavalheiro Negro

                    Abram Petrovich Gannibal foi capturado aos sete anos e despachado para o Sultão de Constantinopla, e logo revendido à Corte de São Petersburgo – era moda entre os monarcas colecionar crianças exóticas. Inteligente, o menino conquistou o Czar Pedro, o Grande, que arranjou sua alforria e se tornou seu padrinho – daí veio o sobrenome Petrovich.

                    Concluiu seus estudos em Paris para onde foi quando tinha vinte anos de idade. Era estudante e espião nas horas vagas. Russo, negro e nobre, ele logo se enturmou com a elite da época: Diderot, Montesquieu e Voltaire. Ele era conhecido como a “estrela negra do Iluminismo”.

                    Foi um ótimo estrategista no conflito entre França e Espanha, de onde saiu capitão. Por isso ganhou um novo sobrenome – Gannibal – em russo Anibal, um general africano que assombrara a Europa dois mil anos antes.
Quando Abram retornou para a Rússia em 1722, seu padrinho morreu e ele foi enviado para a Sibéria para normalizar algumas fortalezas. Quatro longos e congelantes anos. Retornou à Rússia e em 1741 lhe deram um belo sítio em Pskov com milhares de pinheiros e centenas de servos. Foi dispensado do exército e terminou seus dias como um nobre russo dono de escravos. Ele é o bisavô de Alexandre Pushkin, o pai da literatura russa.

sábado, 6 de março de 2010

O Exército Romano

               Roma era poderosa devido ao seu exército, de uma força soberba e bem treinado, com uma disciplina e armas superiores à maioria dos seus inimigos.
A base do exército era a legião, de dimensões variáveis, que no tempo de Augusto tinha seis mil homens, todos cidadãos romanos voluntários, que serviam durante vinte anos. A legião dividia-se em 30 manípulos e estes em duas centúrias. Os principais oficiais eram os centuriões, cada um responsável por cem homens, derivando daí o nome de centúria.
Nos anos 200 d. C. a legião tinha apenas dois mil homens.
               Cada legião contava com o apoio de uma força auxiliar de não romanos mobilizados para o exército, que tinha mais ou menos a mesma quantidade de homens.
A força total de um exército variava, tendo com Augusto 28 legiões, que eram deslocadas de local para local conforme as necessidades da defesa.
               As legiões eram leais apenas aos seus próprios generais, conferindo-lhes popularidade e poder, como foi o caso de Júlio César.