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sexta-feira, 17 de março de 2017

A Batalha de Eduardo Spohr

Estou lendo o livro Anjos da Morte, de Eduardo Spohr. Um livro incrível que, como comentávamos outro dia, mesmo que a história não fosse tão boa, só a pesquisa feita pelo autor já valeria a leitura. Amarrando a história das principais guerras com a história de seus personagens, Eduardo Spohr envolve seus leitores com uma excelente trama.

É tão interessante ver em cada página que viramos citações e referências vividas pelo autor, coisas que já ouvimos no nerdcast e que sabemos que fazem parte da vida do autor, de sua cultura e de sua experiência. Até mesmo os títulos de alguns capítulos nos fazem lembrar de outros filmes e outras histórias de que o autor gosta.

Acredito que o segredo de uma boa escrita, o segredo para criarmos uma obra interessante é justamente isso: colocar no papel suas próprias referências, sua vida. É falar daquilo que você viveu, daquilo que você gosta e conhece. Se você é um aspirante a escritor como eu, acredito que o caminho seja esse. Foi isso que fez com que A Batalha do Apocalipse deixasse de ser apenas um manuscrito dentro de um armário e se tornasse uma obra conhecida em vários países.

Eu e a Larissa fomos para Florianópolis em 2013 e tivemos a honra de conhecer Eduardo Spohr, que é um cara humilde e muito aberto a falar sobre tudo que faz parte da cultura nerd, e sobre o interesse em escrever, essa vontade que tanta gente tem, mas que poucos conseguem pôr em prática. 

A técnica é importante, o conhecimento da língua é importante. A capacidade de desenvolver uma trama é importante, mas o principal é escrever porque gosta. Escrever porque ama. Todo o reconhecimento e até mesmo o dinheiro que pode vir depois não devem ser almejados quando ainda estamos escrevendo. A única coisa que precisamos fazer é gostar do que estamos produzindo. O resto virá depois, no tempo certo.

Florianópolis - SC - 2013

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

#365Livros - #Livro249 - FILHOS DO ÉDEN - ANJOS DA MORTE


 
Filhos do Éden – Anjos da Morte
Eduardo Spohr

A segunda parte da trilogia Filhos do Éden é uma realização pessoal de Eduardo, mais do que simplesmente por lançar um livro, mas por ambientá-lo no período mais obscuro e fascinante do século XX. A Segunda Guerra Mundial exerce um fascínio inquestionável em boa parte dos nerds (já me fascinava muito antes de eu saber que era nerd...), e é o cenário principal desta obra, não só ela, mas todo o panorama bélico do século XX. É, portanto, um flashback da luta de Denyel como Anjo da Morte. Os Malakins, os anjos estudiosos, convocaram os anjos exilados para participar das guerras humanas e relatar suas observações para os Malakins. Esses exilados nessa função foram chamados de Anjos da Morte. Assim, enquando descortina-se a história sangrenta de Denyel pelo século XX, acompanhamos também o tempo presente, Kaira e Urakin tentando reencontrar o Denyel atual.

terça-feira, 9 de julho de 2013

#365Livros - #Livro190 - FILHOS DO ÉDEN - HERDEIROS DE ATLÂNTIDA




Filhos do Éden – Herdeiros de Atlântida
Eduardo Spohr

Depois da epopéia de A batalha do apocalipse, Eduardo deu asas ao seu universo e criou a trilogia Filhos do Éden. Enquanto Ablon e Shamira guerreavam e viviam na Terra, outros anjos, aqui e no céu, também viviam, seguindo ordens dos arcanjos, e é esse panorama, essa visão, que Eduardo trouxe em sua trilogia. Na primeira etapa, Herdeiros de Atlântida, conhecemos Denyel, um anjo sombrio e solitário, com um passado pesado, e Kaira, uma celestial vivendo uma situação bem peculiar. Além de vislumbrarmos a figura conhecida apenas como Primeiro Anjo, um celeste dotado de um grande poder. Junto de Urakin, um anjo guerreiro, e Levih, um ofanin, ou seja, um anjo da guarda Denyel encontrará Kaira, e juntos, partirão rumo às ruínas da maior civilização terrena pré-dilúvio, Atlântida.

domingo, 7 de julho de 2013

Marvin, Wanessa e Dudu em Floripa

No dia 15 de junho, sábado, Marvin e eu vivemos uma das experiências mais maravilhosas das nossas vidas. Não é exagero. Quando você admira alguém, mas admira de verdade, não idolatra burramente, mas admira por seu talento, por sua personalidade, é um sonho poder encontrar essa pessoa. Assim, no dia 15, Marvin e eu encontramos Eduardo Spohr, na sessão de autógrafos no shopping BeiraMar. Sério, não imaginei que o Dudu seria tão atencioso com todos que estavam lá. E antes que você me diga que ele estava recebendo para estar lá, aguentando 100 nerds, eu te digo que dinheiro não compra atenção e educação. Eduardo passou uma hora conversando com o pessoal, e no final atendeu a todos que estavam lá. Esperamos duas horas para nosso livro ser autografado, mas valeu a pena. Eduardo conversou conosco, tirou fotos, e confesso que eu estava bem nervosa... Mas valeu a pena. Muito.

 (Eu conversando com o Dudu, com meu cabelo de espiga de milho. Ainda não acredito...)

(Nessa hora, eu falava pro Dudu que acompanhavamos sua carreira há alguns anos, enquanto lhe entregava uma lembrança. Fomos os únicos a presentear o Dudu em Floripa)

 (Marvin, Dudu e eu, dizendo que sou nerd e que o Acre não existe)
 
(Tá aqui)

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Estudo de Capa "Angels of Death" de Eduardo Spohr

Olha só que trabalho excelente! O primeiro estudo de capa de "Filhos do Éden - Anjos da Morte". A partir de imagens conceituais. Arte de primeira de Stephan Stoelting. E o mais interessante é que nenhuma dessas imagens foi aprovada. Imagina só como será essa capa! Parabéns, Stephan e Eduardo Spohr!


terça-feira, 29 de janeiro de 2013

#365Livros - #Livro29 - PROTOCOLO BLUEHAND - ALIENÍGENAS




Protocolo Bluehand – Alienígenas
Eduardo Spohr, Alexandre Ottoni e Deive Pazos

A brincadeira do Protocolo Bluehand surgiu no início do nerdcast, inspirada no Bluehand, o ser de mais sabedoria da galáxia. O Protocolo seria uma série de diretrizes para o apocalipse. Em 2011, o sonho se concretizou, e, através de Eduardo Spohr, a Nerdbooks nos apresentou mais do que um guia sobre uma ameaça extraterrestre. Brincadeiras à parte, o livro nos apresenta algo que nossa sociedade acomodada ignora: estamos preparados para sobreviver? E se ocorrer uma guerra, e perdermos todo o nosso conforto e comodidade? E se realmente existirem seres inteligentes em outros mundos, e estes seres invadirem o nosso? E se uma bomba nuclear for jogada no nosso país? E se os pólos magnéticos se reverterem, e o caos realmente se instalar? Nós estamos preparados para sobreviver em situações extremas? A resposta é não. A possibilidade de uma grande catástrofe é real, e nossa chance de sobreviver, escorados nas nossas tecnologias e modernidades é nula. É nesse momento que o livro entra como um verdadeiro guia de sobrevivência, não apenas para um ataque de ETs, mas para qualquer situação de emergência e cataclismos. Desde como montar uma barraca, um kit de primeiros socorros, até exercícios que ajudem a manter a forma física, afinal, como um gordo espera sobreviver ao fim do mundo? Encontrei resenhas por aí dizendo que nossos amigos do Jovem Nerd, em alguns momentos do livro, levaram sua piada a sério demais. Eu diria que, o único fato de escrever um livro sobre uma piada já é levá-la totalmente à sério. Se você acha que isso é uma piada exagerada, realmente não leia. Mas se você é fã dos caras, quer se divertir, ou, principalmente, é curioso e adora conhecer coisas novas, e sabe que pode ter de enfrentar uma catástrofe, vai adorar.

sábado, 12 de janeiro de 2013

#365Livros - #Livro12 - A BATALHA DO APOCALIPSE



A batalha do apocalipse
Eduardo Spohr

Eduardo Spohr é um exemplo para todos aqueles que amam literatura e que pensam, talvez um dia, em criar sua própria história. Sempre atendendo os fãs – eu e o Marvin, por exemplo – com muita educação, sempre discutindo assuntos interessantes e – sim – muitas vezes até nos fazendo rir, em suas participações no Nerdcast. Tal qual Tolkien, J.K. Rowling, Cornwell, Eduardo criou seu próprio mundo – o Spohrverso, carinhosamente chamado pelos leitores. Eduardo narra o Apocalipse por outro lado, pela visão dos anjos, proporcionando uma leitura fantástica de um assunto presente em todas as culturas, o fim do mundo, de variadas formas, e Dudu mostra a sua forma, e realiza um feito fantástico, fala de religião sem falar de religião. Sim, e você só vai entender de verdade se ler. A diversidade cultural e a mistura de mitologias que Eduardo apresenta, em certos momentos me incomodaram um pouco, confesso, com um pouco de receio... Mas de maneira alguma tira a grandiosidade da sua obra e seu talento para imaginar e passar sua imaginação para o papel. Ablon é o anjo renegado, expulso do Paraíso no grande levante celeste. Foi condenado a vagar pela Terra, atravessando a história humana, junto com Shamira, a feiticeira que conseguiu driblar a morte. Até que chega o dia do Apocalipse. O sétimo dia – que na mitologia de Eduardo não são dias, mas grandes períodos de tempo – acaba, e a última batalha se inicia.

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Vem aí o novo livro de Eduardo Spohr: Anjos da Morte

"...das sangrentas praias da Normandia ao colapso da União Soviética..." o enredo promete. O novo livro de Eduardo Spohr, autor de A Batalha do Apocalipse, e Filhos do Éden, Herdeiros de Atlântida ainda não tem data para lançamento, mas já temos uma prévia do que será. Apesar de muitos ~entendidos~ em literatura criticarem o Eduardo, tenho grande apreço por este autor. Em primeiro lugar por ser um autor brasileiro que escreveu algo interessante, fugindo da nossa literatura chata e insuportável, e em segundo lugar por seu carinho e respeito com os leitores, pois atende a todos como pode, respondendo emails, twits e comentários. Desejo sucesso e parabenizo sua dedicação. Eduardo, um abraço.
Confira o post do Eduardo AQUI!



sábado, 17 de dezembro de 2011

Curso de Estrutura Literária com Eduardo Spohr

Se você mora em Botafogo (RJ), ou perto, e se tem interesse em aprender mais sobre estrutura literária e a jornada do herói, participe do curso, vale a pena. Uma das provas de que Eduardo Spohr sabe do que está falando é o sucesso de seus livros "A Batalha do Apocalipse" e "Filhos do Éden".

sábado, 1 de outubro de 2011

A Batalha de Eduardo Spohr

O mundo não é justo. A vida não é justa. Portanto, quando vejo alguém vencer na vida, alguém merecer a justiça, e vê-la em vida, sinto ainda um arroubo de esperança em mim. Ouvi o nerdcast 276, no site Jovem Nerd, sobre o novo livro do escritor Eduardo Spohr, carioca, 35 anos – se minhas contas estiverem certas – e me emocionei com Alexandre Ottoni, Deive Pazos e o próprio Eduardo. Em primeiro lugar porque também anseio um dia poder publicar meus livros. Em segundo lugar, porque acompanho o nerdcast desde 2009, mas tenho 80% das edições em meu notebook, inclusive as bem antigas. A turma do nerdcast virou a minha turma. Faço parte dessa nação, ri e me emocionei com eles, aprendi coisas que jamais imaginei que aprenderia ouvindo um podcast de humor, e aprendi da melhor maneira, me divertindo e interagindo. Quando tive depressão pela primeira vez, aos 15 anos, foi a saga de Harry Potter que me salvou, e me deu animo para lutar pelo meu sonho de ser escritora. Hoje estou doente novamente, bem melhor agora, mas passei por momentos muito ruins em 2010, e ainda passo as vezes, e é o nerdcast que me anima e me faz rir com alegria, alem do apoio incondicional da minha mãe e de uma pessoa muito importante para mim. Cada vez que sinto desanimo, preguiça, as vezes até cansaço, e me julgo sem inspiração para escrever, ouço a voz de Eduardo: “Não existe inspiração. Você tem que escrever e pronto”. Isso, longe de ser algo radical, talvez grosseiro, é um incentivo. Como Eduardo disse, quando você abre o notebook ou o caderno e começa a escrever, as idéias fluem como um rio que corre ao sabor da natureza. Não sei se é um dom, não sei se escrevo “bem” ou se um dia tantas pessoas gostarão das minhas historias quanto as que gostam da literatura de Eduardo, mas ainda que eu nunca venda um único livro, só a alegria de poder ver sua história terminada é um presente que não tem preço. Ver a vitoria do Eduardo, que só ele e Deus sabem como batalhou para que uma editora lhe desse uma chance, é um incentivo que não se traduz em palavras. Assim como eu, muitas pessoas realmente talentosas estão escondidas pelo mundo, esperando o vento certo bater para voar. Ouvindo os e-mails relativos ao nerdcast citado, me emocionei mais ainda. Sim, eu também faço parte disso. Eu tenho um “A Batalha do Apocalipse” aqui, autografado. Toda sexta feira espero ansiosa o novo programa, da mesma forma como espero ansiosa uma nova estampa de camisa do site, ou como esperei o novo livro de Spohr. Da mesma forma como ele bateu em tantas editoras a procura de alguém que acreditasse no seu trabalho, J.K. Rowling rodou toda a Inglaterra. Deve ter desanimado varias vezes, sentindo-se cansada e deprimida. Dizendo para si mesma que a vida não é justa. Não, não é mesmo. Mas sempre existem pontos fora da curva. Hoje, são mais de 450 milhões de livros vendidos pelo mundo, fora os roubados, emprestados e comprados em sebos, e milhões de crianças e adultos apaixonados por um mundo de sonhos, e que com certeza aprenderam muito com Harry e sua turma. “Filhos do Éden” já é o 14º livro mais vendido no país na lista da revista Veja. Por mais injusta que a vida seja, sempre existem coisas que acontecem e deixam nossa vida mais feliz, nosso coração mais calmo e nossa alma mais cheia de esperança. Sou cristã, e ver como Eduardo trabalhou a religião sem falar nela, abrigando todos os seres humanos como irmãos, que são, sob as mesmas leis e o mesmo Deus, me deixou felicíssima. O mundo é uma droga, mas existem pessoas especiais. Podem estar a quilômetros de distancia de nos, mas fazem uma diferença incrível em nossa vida. Parabéns a todos vocês, NerdCasters, por alegrarem nossos momentos de ócio, ou não. Parabéns Eduardo pelo seu talento e sua mente aberta, sua capacidade de trabalhar com coisas que transcendem a explicação humana. Acima de tudo, obrigada por ser – e serem – um exemplo de vida para todos nós.

domingo, 4 de setembro de 2011

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Resenha de "A batalha do Apocalipse"

Posto aqui a resenha muito bem escrita de Cris Lasaitis sobre o livro de Eduardo Sphor, "A batalha do Apocalipse". Mais uma opinião positiva sobre o primeiro livro do nosso autor nerd. Quem sabe você também se anima e entra nessa viagem muito bem escrita.

O livro conta a saga do anjo Ablon e seu séquito de anjos guerreiros, todos renegados, vivendo na terra entre os mortais e atravessando os milênios desde a expulsão do paraíso até os tempos do Juízo Final. A diferença fundamental entre anjos e homens é que os anjos não têm alma, nem paixões humanas: são movidos por objetivos maiores, têm uma personalidade estóica e uma inexplicável atração pelo combate. Nesse perfil, Ablon é o típico guerreiro solitário: lutador incansável, puro, movido por um ideal e até mesmo celibatário – exatamente como eram os heróis das novelas de cavalaria. Acontece que o arcanjo Miguel e Lúcifer, o príncipe que governa o inferno com mão de ferro, querem erradicar os anjos renegados, razão pela qual o exército de anjos caídos de Ablon está sendo caçado. Na sua jornada milenar pelo mundo, Ablon tem como sua única companheira a feiticeira Shamira, que conquistou a imortalidade com o domínio das artes da necromancia. Ablon e Shamira levam vidas solitárias, marcadas por encontros e desencontros através dos séculos e em grandes momentos da história humana. É fascinante a habilidade com que o autor desenha a trajetória dos protagonistas tomando confortavelmente como pano de fundo todo o planeta e a história da humanidade! A trama se passa em momentos e regiões tão diferentes quanto a Babilônia, a China, Roma, Alexandria, a Bretanha medieval, o Império Romano do Oriente, o Rio de Janeiro e a Jerusalém contemporânea – e mesmo as cidades bíblicas de Enoque e Sodoma – amarrando todos esses lugares e períodos dentro de uma única aventura, que se saiu muito variada e instigante.
É bastante interessante a forma com que foi tratada a coexistência dos universos: o mundo dos anjos que se liga ao dos mortais pelo “tecido da realidade”, que por sua vez pode se relacionar a outras teogonias, como os contos de fadas celtas e a mitologia chinesa.
Há um cuidado especial com as ambientações históricas, geográficas, técnicas e até mesmo bíblicas! É muito bom ler um livro tão rico e que passe as informações corretas, nota-se um profundo respeito para com a história e, principalmente, para com o leitor! Dentro da proposta do épico, o livro é praticamente perfeito. É uma história ambiciosa, variada, e constituída por uma pesquisa riquíssima. O texto é bem redigido e tem o ritmo certo. Apesar de ser um livro longo, não enrola o leitor. O universo tem consistência interna, é coerente e verossímil. E é bonito! Repleto de cenas grandiosas, é cinematográfico!
Eu comentei que o livro não é isento de clichês. Como no épico, tudo é idealizado: os personagens, as lutas, as situações. Em algumas circunstâncias, a idealização torna certos detalhes da trama bastante previsíveis, o que não prejudica a beleza e a força do resultado final.
Por uma questão de gosto pessoal, eu sou uma leitora que cochila em cenas de ação e de luta – curto mais a viagem, os questionamentos – então os últimos trechos, que contam a Batalha do Apocalipse propriamente dita, me pareceram um pouco cansativos. Em contrapartida, pude me deleitar em maravilhosas viagens com Ablon, Shamira e Flor do Leste (uma personagem de carisma irresistível) através da antiguidade.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Eduardo Spohr no Programa da Jô dia 22/11

Parabens ao Eduardo Spohr, o autor de "A Batalha do Apocalipse". Já li este livro, é atrativo, e está no TOP 10 dos mais vendidos da VEJA. Eduardo Spohr estará no "Programa do Jô" no dia 22/11, falando sobre o processo criativo do livro e no "case" - do Jovem Nerd às Livrarias de todo o país. Não deixem de assistir!

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Eduardo Spohr

Fiquei feliz em ver o livro de Eduardo Spohr disponível nesta livraria, e em todas do país... Parabéns!!!