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segunda-feira, 13 de abril de 2015

#10AnosdeNC - #NC03 e #NC04





Publicação: a data se perdeu, no site, encontra-se 02/04/06
Duração: 21min14s (que suplício)
Participantes: Jovem Nerd, Carlos Voltor, Lady Lark e Guinnyn
Aberturas: não têm
Vírgula sonora: não tem
Momento mais engraçado: ah, vocês já sabem........

Eu disse que o NC 02 foi a última vez que a Lady Lark participou mas eu me enganei, no NC 03 ela também participa, e este episódio é bem ruinzinho também. E, o pior, lendo os comentários do programa, vejo que muita gente não gosta dela. Sabe, desculpe Lady Lark, mas você era chata.....

Esse episódio foi sobre o Jason Todd, o segundo Robin, assassinado, e que voltou à vida. Realmente, não existe morte nos quadrinhos..... no primeiro minuto, a Lady Lark começa a falar sobre a história do Batman, onde o Jason Todd morre, e não fala nada com nada, fala que a história que ruim mas não diz por que, faz comparações que ninguém entende, e aos dois minutos, o JN mostra porque é o moderador do programa e fala “a gente tem que explicar [sobre o que você está falando, sua besta] porque se eu não estou entendendo, um milhão de pessoas não estão entendendo.....” HAHAHA. Acho que nessa hora, o JN deve ter pensado “Chega dessa mulher no meu programa, preciso de alguém melhor e maior aqui......”

O JN explica, então, que na revista “Batman anual”, O Jason Todd foi “ressuscitado” de alguma forma. Então o JN pede para Lady Lark explicar “direito” a revista (ela ainda faz uma referência horrível ao programa Ratimbum). Lady Lark começa a explicar a história do Robin e do Jason Todd, segundo a revista, onde este foi morto pelo Coringa, com um pé de cabra, e ainda com uma explosão. Mesmo assim o cara é encontrado inteiro!!!!!! E, segundo ela, foi dada uma desculpa ridícula para este personagem que morreu voltar à vida! (ela não fala o que é porque era spoiler). Caros Voltor acrescenta que os leitores pediram para este personagem morrer, dá para ver como ele era popular.....

O programa prossegue bastante confuso, sem timing. Os participantes comentam como as sagas dos quadrinhos começam boas e terminam péssimas (é verdade), e a lady chata comenta como alguns fãs babacas não aceitam certas coisas que acontecem nos quadrinhos só porque eles acham que devia ser diferente (mas isso é meio óbvio, e acontece em qualquer mídia, vide o JN e o Azaghâl que não gostaram do filme do Watchmen). 

Aos 10 minutos, a Lady chata solta um spoiler cabeludo dos quadrinhos, mas foi censurado pelo JN. Ao mesmo tempo, ela muda completamente de assunto, já está falando de outro quadrinho, e quem está ouvindo não entende nada! O JN puxa a orelha da Lady Chata, e do Carlos também, que foi no embalo da conversa, e quem está ouvindo fica boiando! O programa começou falando da morte do Jason Todd, mas passou a falar de morte nos quadrinhos (onde ela falou o spoiler), Lady Lark insiste em falar do fã babaca que não aceita a morte de personagens, mas ela mesma falou que se incomodou com a morte de um personagem, então você é babaca, né moça?????

Tentando puxar o fio dessa bagunça, o JN, com talento para moderador desde sempre, puxa o assunto de “House of M”, uma grande saga da Marvel, que eu não sei se aconteceu ou como, porque eu não leio muitos quadrinhos, da mesma forma que a Lady Lark, segundo ela mesma. Bem, ela não gosta de Superman, não gosta de morte em quadrinho, não gosta de quadrinho, quem chamou essa mulher, meu bom Senhor????

Segundo os participantes, muitos personagens morrem nessa saga. Enquanto o Guinnyn fala sobre isso, Lady Lark atravessa a fala dele (o áudio dela estava em ruim, de fato), mas você ouve a voz dela no fundo, e acaba não entendendo nada! Os participantes ficam falando sobre está saga e sobre o Cable, um personagem da Marvel, mas o papo continua confuso, a pauta faz uma falta, e termina chato. 

Esses três primeiros episódios são muito ruins e eu não recomendo que ninguém ouça.



Publicação: a data se perdeu, no site, encontra-se 02/04/06
Duração: 15min43s
Aberturas:
      Jovem Nerd – o JN não faz abertura, apenas apresenta o programa, como fizera nos episódios anteriores 
         Carlos Voltor – Aqui é Carlos Voltor e eu fico bêbado com duas cervejas
         Azaghâl – Aqui é Azaghâl e meu doce preferido é pudim
Vírgula sonora: não tem
Momento mais engraçado: aos 7 minutos: “Quem se chama Rambo? Quem se chama Rocky? Quem se chama Kit Latura?”

No episódio 04 do NC, uma mudança de 180 graus ocorre no programa. Sim, eu não queria massagear o ego do Senhor da Oceania, mas é fato, a chegada de Azaghâl, o anão, foi um divisor de águas no NC. O programa ainda tinha muito a melhorar, mas, sem dúvida, o episódio 04 é "ouvível", e muito mais agradável do que os outros. Claro, a saída da Lady Lark (e não vamos mais falar sobre ela, coitada, já está com as orelhas pegando fogo) também ajudou o programa a melhorar........

O programa, apesar do áudio ainda bastante ruim, já inicia mostrando que uma nova etapa começou, com a abertura. A abertura do NC é bem peculiar, porque cada participante se apresenta e fala uma frase engraçaralha. É como se eu chegasse é dissesse: “Aqui é Larissa Costa e a pauta faz uma falta”. Aposto que essa ideia de abertura foi do Azaghâl.... 

O programa fala sobre o retorno de Rocky. À época, estava sendo iniciada a pós-produção do filme Rocky VI. Azaghâl começa falando sobre o filme e, meu Deus do céu, quanta diferença. Salta aos ouvidos a diferença que se expressar corretamente faz. A maneira como o Aza fala é clara, o papo segue um ritmo que você entende. Esse sim, deveria ser o primeiro NerdCast!

Azaghâl narra a sinopse do filme, e aponta, à sua maneira bem peculiar, as incongruências do roteiro. Os participantes falam da forma já não tão avantajada do velhinho Stallone, num estilo de humor que seu tornou a marca do NC, o humor nonsense e, eu diria, sincero.

Aos cinco minutos, Aza fala que Stallone somente fez esse filme porque ninguém votaria nele..... e mais para frente, escrotiza o filme Rambo IV (e queimou a língua depois), que estava em pré-produção. Azaghâl ia iniciar a leitura de uma sinopse muito bizarra de Rambo IV (que, graças a Deus, nunca foi filmada), mas interrompe a si próprio para soltar sua pérola sobre os nomes dos personagens de Stallone: “Vocês já perceberam que o Stallone tem uns nomes espetaculares pros personagens dele, tipo assim, quem se chama Rocky? Quem se chama Rambo? Quem se chama Kit Latura?” ainda fala do Cobra, que é o pior de todos. Não, o pior é Kit Latura. Como assim......

Azaghâl lê os dois roteiros, um sobre terroristas islâmicos (que legal) e outro sobre um índio navajo e racistas brancos...... meu Deus, eu faria um roteiro melhor. Azaghâl ainda cita todos os roteiros que Sly escreveu, de vários filmes, e os filmes que ele dirigiu. A despeito da falta de desenvoltura como ator, devemos fazer jus aos vários filmes que ele fez e fizeram sucesso. 

Aos 13 minutos, Aza fala aquilo que ser tornaria realidade em 2010: Sly e Schwarzenegger juntos no mesmo filme, algo que não ocorreu nos anos oitenta, a época de ouro desses caras, porque, como o Carlos disse, um filme com os dois astros brucutus teria um orçamento gigante, mas também estouraria as salas de cinema. Depois, já no final dos anos 80 e início dos 90, os dói decaíram, e Azaghâl lembra alguns dos filmes “horríveis” feitos pelos dois, como “Pare senão mamãe atira”, do Sly, que é uma esculhambação total. 

Eles encerram especulando como deveria ser o final de Rocky VI. JN fala que o Rocky deve morrer, Azaghâl discorda, fazendo suas piadas malucas. Foi o verdadeiro inicio da saga dos NC.

terça-feira, 7 de abril de 2015

#10AnosdeNC - #NC01 e #NC02





Publicação: a data se perdeu, no site, encontra-se 02/04/06
Duração: 13min09s
Participantes: Jovem Nerd, Carlos Voltor, Lady Lark e Guinnyn
Aberturas: não tem
Vírgula sonora: não tem
Momento mais engraçado: ahhh..... NÃO TEM!!!!

Promessa é divida, e estou aqui para falar sobre todos (ou quase todos) os NC, desde os muito bons até os nem tanto, até chegar ao primeiro. E se tem um NC ruim, pode ter certeza de que é este.... 

Começa como “Nerd Connection” e um “Lambda Lambda Lambda” meio desanimado. Não existiam as aberturas, o Jovem Nerd apresentou os participantes: o Carlos Voltor, presente desde o primeiro, um cara que nunca mais vi no NC, o Guinnyn (que não fala nada) e a Lady Lark, essa criatura que graças a Deus nunca mais apareceu. Sim, não havia Azaghâl nessa época. Ele somente se juntou à trupe mais tarde... 

Um áudio bem ruim, com muito eco e interferência da Lady Lark, que, teoricamente, estava na China. Com relação ao conteúdo, foi sobre o retorno do super-homem nos quadrinhos. Na época, ao que me lembro, estavam sendo lançados os novos filmes do super homem, o Superman returns, de Bryan Singer. O Carlos comenta que o filme queria acabar com o estereótipo do super homem como herói americano, mas, na primeira imagem divulgada, o super homem aparece segurando a bandeira americana... 

Aos 4 minutos, o Jovem Nerd diz que o pior inimigo do super homem não e o Lex nem o Brainiac, são os escritores... aos cinco e seis minutos, a Lady Lark diz que o super homem dos quadrinhos é inconstante, sempre se colocando desafios mirabolantes para superar a infalibilidade dele, e ela diz que não gosta do herói. Ok, mas então O QUE ELA ESTÁ FAZENDO EM UM PROGRAMA SOBRE SUPER HOMEM??? 

Durante a maior parte do programa, os participantes falam que o super homem é um escoteiro, ou seja, é o herói certinho, e assim ele não consegue salvar o mundo. Concordo, é impossível salvar o mundo sendo certinho. Aos nove minutos, o Caquinho fala que prefere o Batman (eu também), e que eles têm visão de mundo bem diferente. Mais uma vez, criticam os escritores, que, realmente, muitas vezes escrotizam as histórias com absurdos. 

No final, eles acabam falando mais sobre Batman do que sobre o superman. Enfim, como disse, o áudio é bem ruim, a presença da Lady Lark me irrita, o programa não empolga, o tema se perde, é bem inferior mesmo. É um programa chato...



Publicação: a data se perdeu, no site, encontra-se 02/04/06
Duração: 11min13s
Participantes: Jovem Nerd, Carlos Voltor, Lady Lark e Guinnyn
Aberturas: não tem
Vírgula sonora: não tem
Momento mais engraçado: continua não tendo......

Puxa, que difícil fazer resenha sobre esses dois NC horríveis..... no entanto, este é ligeiramente melhor do que o primeiro. O programa continua com os mesmos participantes do primeiro, agora sobre a continuação de Batman Begins, o divisor de águas de Christopher Nolan, que havia sido lançado em 2005. Meu Deus, onde eu vivia nessa época... eu não lia quadrinhos e não acompanhava nada desse universo nerd. E os nerds mal sabiam o que O Cavaleiro das Trevas faria no cinema... 

No primeiro minuto, Jovem Nerd já fala sobre a empolgação do publico com o primeiro filme e a quantidade de especulações para o segundo. 

“Vai ser o Coringa, vai ser o Pinguim, o Justin Timberlake vai ‘tá’ também, a Britney Spears vai cantar...” 

Calcule, só faltava o Mickey e o Pato Donald... aos 01:10, a Lady Lark fala que “vota” em alguém para ser o Coringa, mas eu não consegui entender em quem, mas com certeza não era no Heath Ledger... especulam sobre atores para fazer o Harvey Dent, como Hugh Jackman, até aquela sem noção da Lady Lark falar em Jim Carrey. 

Ah, mas ela estava brincando... 
 
Fod*-se, que mulher chata! Ainda bem que esta foi a última vez que ela imundou o NC... O Guinnyn abre a boca e manda que seria legal o Al Pacino como Harvey e a chata diz que não... Jim Carrey pode mas Al Pacino não? Ela vai falar na diferença de idade (sim, o Harvey tem idade semelhante ao Batman, então não poderia ser o Pacino) e nem lembra o nome do Christian Bale, quem teve a ideia de chamar essa louca para fazer NC??? 

Por fim, as especulações sobre o Coringa, que eram muitas, como o Hugo Weaving (o Jovem Nerd diz que seria um Coringa “agente Smith”). Aos seis minutos, a Lady Chata fala algo sobre o Hugo Weaving, mas o áudio estava péssimo, eu não entendi nada. O NC concentra-se em falar do Weaving como Coringa e piadinhas com Mr. Anderson, e em lembrar que o vilão não necessariamente seria o Coringa (parece que o Nolan fez alguma referencia ao Coringa em uma entrevista na época). 

O Guinnyn fala que gostaria que um vilão clássico fosse o vilão do segundo filme (o que não ocorreu no primeiro). Aos 1º minutos, o JN fala que Cillian Murphy, o ator que fez o Espantalho, chegou a fazer teste para o Batman! 

O programa acaba do nada, o áudio continuava ruim, enfim, se continuasse dessa forma nunca iria para a frente. Mas no terceiro programa, algo iria mudar...

quarta-feira, 1 de abril de 2015

#10AnosDeNC - Decerto agora vai.................


Há 9 anos atrás, em abril de 2006, um programa que mudaria minha vida estreava na blogosfera brasileira, sem nenhuma pretensão de sucesso. Falo do meu querido Nerdcast, criação do gordo Alexandre Ottoni, e, posteriormente, upgradeado pelo outro gordo, o Deive Pazos. Sob as peculiares alcunhas de Jovem Nerd e Azaghâl, respectivamente, esses dois revolucionaram a maneira de fazer podcast no Brasil.

Não estou exagerando. Nove a cada dez pessoas que fazem podcast tem o Nerdcast como referência. Seu humor ácido e paradoxalmente nonsense, seu elenco afinadíssimo, suas temáticas variadas sem se tornarem vagas, são as principais características do NerdCast, que, em 2016, completará 10 ANOS DE EXISTÊNCIA!!!!!

Eu comecei a acompanhar o NC graças ao Sérgio, no longínquo e revolucionário (pelo menos para mim) ano de 2009, e nunca mais parei. Viciei nas pitadas exageradas de humor dos caras. Com o NC, aprendi sobre literatura, cinema, quadrinhos, história, aprendi também a nunca viajar de ônibus para o nordeste, a sempre ter uma bolinha com textura, a nunca ter uma berinjela no lugar da luminária, a tomar cuidado com operações de órgãos vestigiais, a não me meter de moto no meio do mato, a nunca puxar conversa com o Peréio, e, claro, se um dia tiver um filho, ensiná-lo a, depois do banho, não enxugar a cara com o mesmo lado da toalha onde ele enxugou as partes íntimas..... (entendedores entenderão)......

Lá em novembro de 2013, eu anunciei no blog um projeto que infelizmente não vingou, o #365NerdCasts, por simples falta de tempo. Agora, mais de cem Nerdcasts depois, quero retomar esta ideia e tentar levar a cabo esta homenagem. Em um ano, vamos tentar trazer um panorama da maioria dos episódios. Lembrar o que foi engraçado, o que foi aprendizado, lembrar o que os caras parecem querer esquecer, e também as mancadas, e foram tantas...... 

Não sou admiradora cega do Alexandre e do Deive, pelo contrário, eu e o Sérgio somos bem críticos, e sentimos muita falta do NC “roots”, que não existe mais. Não é mimimi nosso, as coisas mudam. Mas continuamos ouvindo o programa e dando muitas gargalhadas. Somente quero deixar bem claro que , por mais que admiremos os caras, não somos fãs xiitas deles. Para mim, a força do Nerdcast está no elenco. É claro que o Alexandre e o Deive são os pais do programa e a força motriz deles, mas são os amigos, o elenco, que dão o tempero e o humor na medida certa. Muitas vezes deixo de escutar um programa por causa de quem está lá, ou o contrário, escuto só por causa dos participantes.

Estou fazendo esse disclaimer para ninguém dizer que eu elogiei os caras pra caramba e depois fui criticar. Criticas construtivas são bem vindas sempre, e eu espero fazer as nossas da melhor forma possível. Até porque, apesar das mancadas, serão mais momentos memoráveis e inesquecíveis, senão o programa não seria tão especial para nós.

Então é isso, espero poder tocar o projeto #10AnosDeNerdCast até abril de 2016, e fazer uma retrospectiva muito legal. Vamos desenterrar desde os episódios mais antigos – aqueles que eles parecem detestar hoje e parecem fazer questão de que ninguém escute, mas eu escuto até hoje – até os mais recentes. Aguardem as próximas semanas. Até!!!!