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terça-feira, 24 de dezembro de 2019

Então é Natal...

Provavelmente não foi em 25 de dezembro que Cristo nasceu, afinal de contas nenhum pastor estaria com suas ovelhas no campo em pleno inverno no Oriente Médio... mas o que vale é a mensagem que a data nos traz. Jesus veio pra tentar mudar este mundo, mudar as pessoas. Não sei se adiantou muito, mas ele tentou.

Cristo ensinou a nos importarmos com os pobres, com os humildes, mas nós não fazemos isso. Cristo partiu o pão sempre, mas hoje, se alguém fala em partilha, em divisão justa, é taxado de "comunista".

Cristo sempre nos orientou a evitarmos o homem violento, mas hoje acreditamos que devemos andar armados. Jesus disse "Dai a César o que é de César", mostrando que a fé não se mistura com a política, mas hoje alguns "líderes" evangélicos se tornam políticos, manipulando os votos de seus fiéis e vivendo às custas do Estado, fazendo a religião se sobrepor à democracia, usando-a como motivo para perseguição a opositores.

Jesus expulsou do Templo alguns vendedores de animais. Hoje os falsos pastores exploram até o último centavo de seus fiéis, mentindo e enganando descaradamente, vivendo como reis enquanto os membros de suas igrejas passam necessidade.

Cristo sempre condenou os políticos e líderes religiosos de sua época. Hoje as pessoas que se dizem cristãs apoiam políticos mentirosos e violentos, envolvidos com milícia e assassinatos, mas que se dizem "cristãos", enganando os incautos com suas mentiras.

O Natal é esperança, e hoje, mais do que nunca, precisamos renovar a esperança, e lutar para que o ser humano se importe com seus semelhantes, para que todos tenhamos as mesmas chances, os mesmos direitos, as mesmas oportunidades, uma vida com equidade e justiça.

Feliz Natal a todos!

sábado, 31 de dezembro de 2016

Livro em Branco

A mensagem abaixo está rolando por aí no whatsapp, e diferente de 90% do que se espalha nas redes sociais, ela é bem profunda e significativa. Por esse motivo, resolvi replicá-la aqui. Leia e avalie o "livro" que você escreveu no ano que passou. Ao contrário dos autores que conhecemos, não podemos revisar nosso "livro" para depois publicá-lo, mas podemos sim escrever uma bela continuação, onde erros antigos não precisam mais ser repetidos.

"Quando 2016 começou, ele era todo seu.
Foi colocado em suas mãos...
Você podia fazer dele o que quisesse...
Era como um livro em branco, e nele você podia colocar um poema, um pesadelo, uma blasfêmia, uma oração.
Podia...
Hoje não pode mais, já não é seu.
É um livro já escrito... Concluído. 
Como um livro que tivesse sido escrito por você, ele um dia lhe será lido, com todos os detalhes, e você não poderá corrigi-lo. Estará fora do seu alcance.
Portanto, antes que 2016 termine, reflita, tome seu velho livro e o folheie com cuidado. 
Deixe passar cada uma das páginas pelas mãos e pela consciência; faça o exercício de ler a você mesmo.
Leia tudo...
Aprecie aquelas páginas de sua vida em que você usou seu melhor estilo.
Leia também as páginas que gostaria de nunca ter escrito. Não tente arrancá-las. Seria inútil. Já estão escritas. Mas você pode lê-las enquanto escreve o novo livro que lhe será entregue. Assim, poderá repetir as boas coisas que escreveu, e evitar repetir as ruins.
Para escrever o seu novo livro, você contará novamente com o instrumento do livre arbítrio, e terá, para preencher, toda a imensa superfície do seu mundo.
Se tiver vontade de beijar, seu velho livro, beije-o.
Se tiver vontade de chorar, chore sobre ele...
Não importa como esteja...
Ainda que tenha páginas negras, entregue e diga apenas duas palavras: OBRIGADO(a) e PERDÃO!!
E, quando 2017 chegar, lhe será entregue outro livro, novo, limpo, branco todo seu, no qual você irá escrever o que desejar.
FELIZ LIVRO NOVO!"

domingo, 25 de dezembro de 2016

Chegou o Natal

Mais um ano se foi. Mas não precisamos nos preocupar, teremos novas 365 oportunidades de não mudarmos nada. Chegou o Natal, esse dia maravilhoso (pena que é o único) em que todo mundo fica bonzinho e abraça até mesmo quem mais odeia. Damos presentes uns aos outros, almoçamos e jantamos juntos com pessoas que não fazemos ideia de quem são e como vivem, mas chamamos de parentes...

Época maravilhosa em que subimos na mesa e pedimos desculpas pelos erros que cometemos, pedimos perdão àqueles que humilhamos o ano todo, afinal de contas precisamos zerar o jogo pra começar de novo. Dizemos "Feliz Natal" a todo mundo que encontramos, mas não lembramos de Deus o resto do ano, a não ser quando precisamos de um milagre. E pior, há pessoas que acreditam que realmente não precisam d'Ele.

Quando Jesus nasceu, o Império Romano vivia a chamada "Paz Romana", graças às poderosas legiões romanas e ao pulso de ferro de Caesar Augustus. José saiu de Nazaré, onde morava, e foi para Belém, sua cidade natal, a fim de se registrar. Todas as pessoas corriam de um lado para o outro a fim de se registrarem, hospedarias lotadas, cidadãos preocupados em jurar lealdade a Cesar. E ninguém prestou atenção no Menino que nasceu numa estrebaria, e ficou junto aos animais.

Hoje vemos a mesma correria, não por causa de um recenseamento, mas para mantermos nossa lealdade a esta data, às tradições. Compramos presentes, limpamos nossas casas, visitamos parentes, abraçamos conhecidos, fingimos nos importar com os outros, armamos presépios, pinheiros e luzes. E fora do nosso coração lotado, o Menino continua olhando o mundo, sem entender por que comemoramos algo que não compreendemos nem acreditamos.

FELIZ NATAL!

sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

Natal...

Natal é uma época difícil para cronistas. 
Eles não podem ignorar a data e ao mesmo tempo não há mais maneiras originais de tratar do assunto.
Os cronistas, principalmente os que estão no métier há tanto tempo, que ainda usam a palavra métier – já fizeram tudo que havia para fazer com o Natal. Já recontaram a história do nascimento de Jesus de todas as formas: versão moderna (Maria tem o bebê numa fila do SUS), versão coloquial ("Pô, cara, aí Herodes radicalizou e mandou apagá as pinta recém-nascida, baita mauca"), versão socialmente relevante (os três reis magos são detidos pela polícia a caminho da manjedoura, mas só o negro precisa explicar o que tem no saco) versão on-line (jotace@salvad.com.bel conta sua vida num chat sitc), etc.
Papai Noel, então, nem se fala. Eu mesmo já escrevi a história do casal moderno que flagra o Papai Noel deixando presentes sob a árvore de Natal, corre com o Papai Noel e não conta nada da sua visita para o filho porque querem criá-lo sem qualquer tipo de superstição várias vezes. 
Poucos cronistas estão inocentes de inventar cartas fictícias com pedidos para o Papai Noel: patéticas (paz para o mundo, bom senso para os governantes), políticas ("Só mais um mandato e eu juro que acerto, ass. Fernando") ou práticas ("Algo novo para escrever sobre o Natal, por amor de Deus!").
Já fomos sentimentais, já fomos amargos, já fomos sarcásticos e blasfemos, já fomos simples, já fomos pretensiosos – não há mais nada a escrever sobre o Natal! Espera um pouquinho. Tive uma idéia. Uma reunião de noéis! Noel Rosa, Noel Coward e Papai Noel. Acho que sai alguma coisa. 
Noel Rosa, Noel Coward e Papai Noel estão reunidos... onde? Na mesa de um bar? Papai Noel não freqüenta bares para não dar mau exemplo. Pelo menos não com a roupa de trabalho. No Pólo Norte? Noel Coward, acostumado com o inverno de Londres, talvez agüentasse, mas Noel Rosa congelaria. Não interessa onde é o encontro. Uma das primeiras lições da crônica é: não especifica. Noel Rosa, Noel Coward e Papai Noel estão reunidos em algum lugar. Os três conversam. 

Noel Rosa – Ahm... Sim... Hmm...
Noel Rosa diz o quê?
Noel Rosa – E então?
Noel Coward e Papai Noel se entreolham. Papai Noel cofia a barba. Ninguém sabe, exatamente, o que é "cofiar", mas é o que Papai Noel faz, enquanto Noel Coward olha em volta com evidente desgosto por estar em algum lugar. Preferia estar em outro. A todas essas eu penso em alguma coisa para eles dizerem.
Noel Rosa (tentando de novo) – E aí?
Papai Noel – Aqui, na luta.
Noel Coward – What? 
 
Esquece. Não há mais nada a escrever sobre o Natal.
Salvo isto, se dão vênia: que seu Natal em nada lembre o da Chechênia. 
(Luís Fernando Veríssimo (espero que seja)).



quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

Feliz Natal!

A todos os visitantes, leitores, críticos e haters do blog, desejamos um Feliz Natal! E pra ficar no clima do #365Livros, esta linda árvore de Natal, montada pelo jornalista Caio Barbosa...

Back to black


Nós apenas dissemos adeus com palavras, eu morri umas cem vezes...


Às vezes, mesmo vivos, estamos mortos. 

Vamos tentar fazer um feliz natal, apesar de tudo.

terça-feira, 25 de dezembro de 2012

O Aniversariante


Há miséria nas ruas. Há fome e injustiça. Há guerras, doença, egoísmo. Falsidade.
Certa vez, uma psicóloga me disse que o que é certo para mim pode ser errado para o outro, e vice versa.
Ela estava errada.
Muito errada.

Você acha certo a morte, a violência, o ódio, a intolerância?
Você é maluco?

Não importa sua religião, sua opinião, seu ponto de vista. Nada disso importa. Todo o mundo quer a paz. Todo mundo quer estar em paz, quer saúde, alegria, felicidade.
Todo mundo quer respeito.
A não ser quem tem maldade.
O certo e o errado não são relativos. Não é questão de opinião. É questão de verdade.
Não importa se você é cristão ou não. Não importa nem se você tem um deus, ou acha isso loucura.
A mensagem de Jesus é universal.
Jesus não falou de sacrifícios. De preceitos ou normas.
Jesus falou de amor. De graça. De salvação. De bondade e respeito.
Há orgulho no mundo. Há dinheiro. Há poder, e os que têm de se humilhar diante dele.
O natal é a festa do comércio, das roupas novas, dos brinquedos.
O natal é a festa das férias, da comida, do exagero.
Há tudo no natal.
Menos o aniversariante
Menos o aniversariante.

O natal deve ser todo dia. Deve ser a Palavra do amor entre nós.
E onde está essa palavra? Nas igrejas vazias? Na intolerância entre religiões? Nas discussões patéticas de dogmas sem nenhuma profundidade?
Chega de hipocrisia. Chega de achar que o mundo é uma divisão entre os crentes e o resto. Chega de achar que você depende de uma placa para se salvar.
Chega de falsidade. De pessoas que não têm palavra. De pessoas que não têm respeito.
De pessoas que não têm amor.
Até quando?

Mais um ano, e o meu natal não terá o que eu pedi.
Mas terá o que eu preciso.
Jesus.

Feliz natal.

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Natal

Vejo tanta gente nas ruas. Beijos, abraços, pessoas que se odeiam se abraçando e desejando feliz natal e ano novo... mudança? Não, fingimento mesmo, na maioria das vezes. Presentes, presentes e presentes. O natal se traduz em uma palavra: CONSUMISMO.
Sabemos que passam as festas, e todos se voltam para seu mundinho, olhando o resto do ano para seu próprio umbigo, esquecendo das crianças nas ruas e da falta de amor. Se existisse metade desse amor que é demonstrado falsamente, o mundo seria um paraíso.
 
O NATAL NÃO PRECISA SER MÁGICO. PRECISA SER VERDADEIRO!

Desejo a todos os leitores que o Natal seja realmente compreendido em seus corações, e que o aniversariante faça morada em sua vida. Feliz Natal, de verdade!
 

domingo, 23 de dezembro de 2012

sábado, 24 de dezembro de 2011

Feliz Natal!

Eu e a Larissa desejamos a todos vocês um ótimo Natal. Não vamos deixar que o comércio e o falso sentimento de que tudo está bem nos iludam, mas vamos - inspirados por Aquele que veio a este mundo para ajudar - renovar nossos objetivos e fazer o que está ao nosso alcance pra tornar o mundo melhor. A todos os leitores, seguidores e visitantes nós desejamos um Natal repleto de paz e alegria, e um 2012 cheio de vitórias. Feliz Natal!

Sérgio (Marvin) e Larissa (Wanessa Potter)

sábado, 26 de novembro de 2011

Natal é em Floripa, com SKANK!

Amanhã tem SKANK em Florianópolis, já iniciando as festividades de Natal. Sabe a melhor? O show tem ENTRADA FRANCA!!! E aqui em Lages nas festividades natalinas com certeza será a mesma m3rd@ de sempre... alguns malucos com violões, roupas esquisitas... chapéus... ou quem sabe vai ter algumas funkeiras... sei lá... ninguem merece...

sábado, 25 de dezembro de 2010

Vodu é pra jacu

Como falar de Deus para as pessoas? Como chegar a um Azaghal da vida, ou a um Isaac Asimov, e dizer que existe alguém lá que os ama, não importa o que eles façam? Como chegar a um muçulmano, ou a um hindu, e falar-lhes de Jesus?

A humanidade nasceu perdida, nasceu condenada, a partir do momento em que recebeu o sopro da consciência de Deus. Há, fome, miséria, doenças terríveis, atrocidades, mutações genéticas absurdas, os homens matam e morrem por idiotices, por Deus. Todo ano, mais de 1 trilhão de dólares são gastos em armamentos no mundo todo. Esse dinheiro mataria a fome de milhões, talvez bilhões de pessoas. Como falar de Deus pra essa gente que justifica guerras em nome dele?

É preciso abandonar o politicamente correto e apontar os erros das religiões, porque elas não são imunes, elas são organizações, elas são “A Massa”. O nome de Jesus foi deturpado graças à igreja católica, com seu dinheiro podre e sua hierarquia obsoleta. Os muçulmanos acreditam num paraíso material e vivem regras ultrapassadas. Os judeus se matam por causa da palestina e viraram as costas para Jesus. Os budistas nem tem Deus. Os hindus têm sabedoria e cultura a “da c’um pau” Os espíritas deturparam a Bíblia. Seitas africanas põem medo nas pessoas. Então, onde se refugiar? O protestantismo é a religião perfeita? Não. Nasceram de uma birra, são fanáticos, e hoje voltam à idade media.

Sendo assim, aonde nos refugiamos? Em lugar nenhum, porque abrigar-se em uma religião é dar as costas ao que há de bom nas outras. Os católicos são simples, e reverenciam o verdadeiro Deus. Os muçulmanos têm um respeito imenso à tradição. Os judeus têm o Pentateuco, são a base de toda nossa fé. Os budistas encaram com um realismo inacreditável o papel do ser humano no mundo, e zelam pelo seu bem estar. Os hindus agarram-se à sua cultura, e são felizes assim. Os espíritas respeitam os outros. As seitas africanas têm sua cultura, que foi massacrada. Os protestantes têm um respeito louvável pela bíblia, e vivem sua palavra.

A verdadeira religião, a que Jesus veio implementar, nunca existiu. Nunca. A verdadeira religião não cabe na cabeça do ser humano. A despeito do que a bíblia possa dizer, a criatura não pode conhecer o criador. Pode, no máximo, fazer uma vaga idéia dele. Jesus veio para nós, e nós o renegamos. Os apóstolos tiveram uma boa intenção, mas o tempo passou, a igreja se manifestou, as idéias se chocaram, as guerras derramaram sangue, o mundo se modernizou. A despeito dos erros do passado, o homem moderno de hoje simplesmente não precisa de Deus.

Tentando ficar à margem de todas as religiões, tento responder à primeira pergunta. Como falar de Deus para as pessoas? Como chegar a um ateu, a uma pessoa sem religião, a alguém não cristão, e falar de Jesus? Pensando nisso, tentei buscar o que rebaixa todos nós ao mesmo nível. Existe algo intrínseco a todas as pessoas do mundo. Não importa de onde elas são, o que fazem da vida, em que acreditam. Existe algo comum a todos nós.

O amor.

Todo mundo é amado por alguém, nem que seja a mãe. Todo mundo, por mais visceral que seja, ama alguém, nem que seja a mãe. Acho que Hitler amava a mãe. Isaac Asimov também deveria ter alguém a que amasse. Foi o amor que fez Azaghal se unir à Andréia e cuidar dos filhos dela como se fossem dele. Foi o amor que fez o senhor Tucano se casar. É o amor que me faz ficar aqui. É o amor que faz o bebe olhar para a mãe e sorrir, e posso ate dizer que é o amor que faz o bebe agarrar o seio da mãe, com a certeza de que aquilo não só não lhe fará mal como lhe fará muito bem. Podem existir povos que nunca ouviram falar de Jesus, mas todos os povos sabem o que é o amor. Ate os animais sabem. É o amor que faz a mamãe cachorra dar de mamar a gatinhos. O amor corre nas nossas veias. O amor é a própria criação. Em outras palavras, Deus é amor. Você pode não crer em Deus nenhum, mas você ama alguém. E se você não ama, a culpa é sua, porque o amor está ao seu alcance. Se você ama, mesmo sem acreditar, você tem Deus contigo. Se você não ama, você não tem chance. É você que não quer. Esse pecado não pode ser perdoado, porque você não quer o perdão.

Talvez essa seja a única maneira de falar de Deus para as pessoas mais... “duras”. Você talvez não ame a humanidade, mas ama alguém, e faria qualquer coisa por ela. É esse amor que mantêm você vivo. E é a partir dele que você conhece a Deus. Um mundo mecânico não precisaria de amor. Nós precisamos de amor por Deus. E a partir do amor, você crê. Crendo, você é salvo. Só quem conhece o amor pode crer. Assim, a salvação esta ao alcance de todos. Então, porque nem todos se salvam? Porque não basta amar a mãe. Esse é o começo, essa é a primeira tentativa. Só quem abre plenamente o coração para o amor consegue que o universo conspire a seu favor. Por isso minha mãe será salva. Com sua simplicidade, com seus santos e sua fé inabalável, ela tem seu lugar ao lado de Deus. Ela é justa. Minha mãe não é perfeita, minha mãe tem muitos defeitos. Mas ela abriu o coração para o amor, e em sua crença que alguns apontam como errada, ela garantiu a salvação. É essa fé que salva. Creia, e você será salvo. Esse é o primeiro passo para falar de fé. Falar do amor.

Todas as coisas do mundo cabem na palavra amor. E o amor cabe em qualquer lugar. A palavra que Jesus usava para falar de amor é o termo grego agapé. Não é o amor apaixonado. Esse amor é o amor de aceitar as pessoas. É o amor de como nos comportamos com as pessoas, de como vivemos. A partir do amor que sentimos pela mãe, podemos olhar toda a humanidade, e amá-la. O caminho é longo, mas abrindo o coração, podemos finalmente amar a Deus. E a Verdade norteará nossos caminhos.

Eu amo a Deus, mas ainda tenho muito que aprender. Quero chegar ao nível de, quando passar por um trabalho de magia negra, no meio do caminho, não precisar pedir licença. Porque MEU DEUS vai comigo. E deixar essa fé guiar a minha vida. Ao invés de olhar e pedir licença, apenas dizer: vodu é pra jacu.



Feliz Natal!

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Natal - Uma Mensagem do Aniversariante pra Você

"Como você sabe, está chegando novamente a data de meu aniversário. Todos os anos fazem festa em minha honra e creio que este ano acontecerá a mesma coisa. Nesses dias as pessoas fazem muitas compras. O rádio e a TV fazem centenas de anúncios. Por todo canto não se fala de outra coisa a não ser dos preparativos para o grande dia. É bom saber que ao menos um dia por ano algumas pessoas pensam um pouco em mim. Há muitos anos, começaram a festejar meu aniversário. No começo, pareciam compreender e agradecer o que fiz por eles, mas, hoje em dia, ninguém sabe por que razão o celebram. As pessoas se reúnem e se divertem muito, mas não sabem do que se trata... Estou me lembrando do ano passado: ao chegar o dia do meu aniversário, fizeram uma grande festa em minha honra. Havia coisas deliciosas na mesa, tudo estava decorado e havia muitos presentes... mas sabe de uma coisa? Não me convidaram! Eu era o convidado de honra e ninguém se lembrou de me convidar! A festa era para mim e quando chegou o grande dia, fecharam a porta na minha cara. Bem que eu queria partilhar a mesa com eles... A verdade não me surpreendeu porque, nos últimos anos, muitos me fecham a porta. Como não me convidaram, ocorreu-me entrar sem fazer ruído. Entrei e fiquei num cantinho. Estavam todos brindando, alguns já estavam embriagados, contando piadas, rindo, divertindo-se. Aí chegou um VELHO GORDO, VESTIDO DE VERMELHO, COM BARBA BRANCA E GRITANDO: HO! HO! HO!. Parecia ter bebido demais... Deixou-se cair pesadamente numa cadeira e todos correram para ele dizendo: Papai Noel! Papai Noel! Como se a festa fosse para ele! Quando chegou meia-noite, todos começaram a abraçar-se. Eu estendi meus braços esperando que alguém me abraçasse... Quer saber? Ninguém me abraçou. De repente, todos começaram a entregar presentes. Um a um, os pacotes foram sendo abertos. Cheguei perto para ver se, por acaso, havia algum para mim... nada! O que você sentiria se no dia de seu aniversário todos se presenteassem e não dessem nenhum presente para você? Compreendi, então, que estava sobrando na festa... Saí sem fazer barulho, fechei a porta, fui embora... Cada ano que passa é pior: as pessoas só se lembram da ceia, dos presentes, das festas... De mim ninguém se lembra. Gostaria que neste Natal, você me permitisse entrar na sua vida, reconhecendo que, há mais de dois mil anos, vim ao mundo para lhe dar minha vida na cruz e, assim, poder salvar você... Hoje só quero que acredite nisso com todo seu coração... Vou dizer-lhe uma coisa. Já que muitos não me convidam para a festa que fazem, vou fazer minha própria festa, uma festa grandiosa como ninguém jamais fez - uma festa espetacular. Estou nos últimos preparativos e expedindo os convites. Este é especial para você. Só quero que você me diga se quer vir. Reservarei um lugar para você e incluirei seu nome na lista dos que confirmaram... Os que não aceitarem, ficarão de fora. Prepare-se porque quando tudo estiver pronto, quando menos se esperar, darei minha grande festa. Tenho certeza que serão poucos os convidados, porque poucos são os especiais, e poucos aceitarão O CONVITE!

(adaptado de uma mensagem que recebi de uma amiga especial - TEKA FANTONI)