Mostrando postagens com marcador vestibular. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador vestibular. Mostrar todas as postagens

domingo, 21 de outubro de 2012

Vestibular para música


Para chorar... de rir.

- Bach está morto desde 1750 até os dias de hoje.
- Agnus Dei é uma famosa compositora que escreveu música para igreja.
- Handel era meio alemão, meio italiano e meio inglês.
- Beethoven escreveu música mesmo surdo. Ele ficou surdo porque fez música muito alta. Ele caminhava sozinho pela floresta e não escutava ninguém, nem a Pastoral, uma MOSSA que poderia ser a sua Amada IMORTAU  inspirou ele a criar uma sinfonia muito romântica. Ele faliu em 1827 e mais tarde morreu por causa disto.
- Uma ópera é uma canção que dura mais de 2 horas.
- Henry Purcell é um compositor muito conhecido, mas até hoje ninguém ouviu falar dele.
- O Bolero de Ravel foi composto pelo Ravel.
- A harpa é um piano pelado.
- Opus Póstuma é música composta quando o compositor compôs depois de morto.
- Mozart morreu jovem. Sua maior obra é a trilha do filme "Amadeus".
- A importância de "Tristão e Isolda" reside no fato de que é uma música muito triste. Mais triste que a "Tristesse" de SCHOPING.
- Virtuoso no piano é um músico com muita moral.
- Os maiores compositores do Romantismo são: Chopin, Schubert e Tchaikovsky. No Brasil temos Roberto Carlos e Daniel.
- Música cantada por duas pessoas é um DUELO.
- Eu sei o que é um sexteto, mas não sei dizer.
- Stravinsky revolucionou o ritmo com "A MASSACRAÇÃO da Primavera".
- Carlos Gomes compôs a PRÓTESEFONIA do programa de rádio "A Hora do Brasil".
- "Carmen" é uma ópera e "CARMINHA Burana" é sua filha.
- Muitos pesquisadores concordam que a Música Medieval foi escrita no passado.
- A ópera mais Romântica é a Paixão de Mateus por Bach.
- Tem dois tipos de Cantatas de Bach: as Cantatas religiosas e as CANTADAS DI PROFANAÇÃO, que ele usou no palácio.
- Meu compositor preferido é Opus.
- Chopin fez poucas baladas, pois sofria de tuberculose. Assim não dava para ele cair na gandaia à noite, dançar, beber e curtir as minas, MAIS parece que ele não era chegado.
- Cage inventou os 4 minutos de silêncio.
- Suíte é uma música de danceterias barrocas.
- Há uma espécie de Corais feitas por Bach, que se chamam Florais e são usados como remédios milagrosos.
- "Messias" é uma missa de Handel cuja originalidade é ter muitos aleluias.
- Os menestréis e trovadores transmitiam notícias e estavam nas festas. Andavam de cidade em cidade, de castelo em castelo e iam até nos shows de TV.
- O regente de uma orquestra é igual a um guarda de trânsito maluco porque agita os braços controlando muitos instrumentos na sua frente.
- "As 4 Estações" é o CD mais vendido da banda do Vivaldi, depois que fez sucesso num comercial de sabonete, que não me lembro o nome agora.
- Os compositores Renascentistas reviveram a música, pois ela havia sido morta pela Inquisição.
- As Fugas de Bach são famosas porque ele não queria ficar preso em nenhum sistema.
- A música eletroacústica é a mais avançada das tendências da música eletrônica hoje em dia. Seus principais compositores são os DJs e a banda Craftwork.
- O metrônomo foi inventado para os músicos não andarem depressa.
- Barroco é uma palavra derivada de Bach.
- Handel compôs muitas peças geniais para COURO.
- Música atonal é aquela sem som ou que explora o não-som, mais ou menos quase um anti-som. Seus mais importantes criadores são da família Berg: Schoenberg, ALBANBERG e WEBERG.
- Pierre Boulez e STOQUEHAUZEN são compositores contemporâneos. É raro ser contemporâneo, pois muitos contemporâneos não vivem até morrer.
- A mais bela sinfonia é a ÓDIO ÀLEGRIA.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Por que os vestibulares não pedem obras de lingua estrangeira?

Observando sites de vestibulares, averiguei as obras pedidas nos principais vestibulares do país. UNICAMP e USP pediram obras de Machado de Assis e Jorge Amado, entre outros.UFSC concentrou-se na obra de Manuel Antônio de Almeida e contemporâneos e em obras de catarinenses. UFPR também abrangeu textos do século XIX, além de obras de Clarice Lispector e Nelson Rodrigues. O manual do candidato da FUVEST afirma que o vestibulando deve apresentar "conhecimento das obras representativas dos diferentes períodos das literaturas brasileira e portuguesa. O conhecimento desse repertório implica a capacidade de analisar e interpretar os textos, reconhecendo seus diferentes gêneros e modalidades, bem como seus elementos de composição, tanto aqueles próprios da prosa quanto os da poesia. Implica também a capacidade de relacionar os textos com o conjunto da obra em que se insere, com outros textos e com seus contexto histórico e cultural". Justo, afinal moramos no Brasil, precisamos ter um mínimo de conhecimento do país em todos os seus aspectos, inclusive na literatura. No entanto, pedir aos candidatos a leitura exclusiva de obras de literatura em língua portuguesa, para aplicar os conhecimentos da disciplina de literatura, é uma regra que precisa ser revista.
Não gosto de literatura brasileira em geral, principalmente literatura do século XIX e inicio do século XX – nicho mais requisitado nos vestibulares. Assumo, mas assumo também, como anteriormente, a importância dessa literatura no vestibular. Mas não é por gosto pessoal que me oponho radicalmente à presença exclusiva dessas obras, isso seria de uma infantilidade da minha parte que não valeria sequer meu texto ser lido por você. Tampouco é em detrimento das obras antigas – Os miseráveis é uma obra de 1862, e dispensa comentários. É atual até hoje. O problema é a visão estreita presente nas provas de vestibular. Os livros requeridos para leitura deveriam ser uma oportunidade de apresentar obras singulares ao estudante, que exercitassem com prazer e aprendizado sua capacidade de interpretação de texto e critica social. No entanto, resumem-se a obras que trabalham o que deveria ser desenvolvido na prova de língua portuguesa, e desenvolvem uma atividade maçante na cabeça do vestibulando. Prestei vestibular em 2005, e afirmo que nada é mais deprimente para um estudante do que seu professor de português, arremessando nas nossas cabeças aula após aula os mesmos livros, ano após ano. Não é uma questão de gosto, é de organização!



Esses títulos são apenas alguns exemplos de obras memoráveis que deveriam constar em qualquer lista de obras para vestibular, obras que instigam o leitor para uma análise crítica da sociedade, e obras que podem ter um olhar atual, independente da época em que se passam. Seria uma oportunidade única de apresentar ao vestibulando obras geniais, e dar a ele a chance de exercitar de forma impar sua interpretação de texto, o que, repito, deveria ser o papel das obras pedidas, ao contrario do que ocorre normalmente, onde as obras são inseridas na prova de literatura. Não! Deem aos estudantes uma chance de dialogar a respeito de livros na prova de vestibular, e deixem os aspectos da literatura portuguesa e brasileira serem aprofundados exclusivamente na prova de literatura. Permitam uma nova analise para os futuros universitários, não os façam lerem 10 obras brasileiras que com certeza se perderão em suas mentes. Criem pessoas criticas, instiguem essa juventude com livros polêmicos e memoráveis. Não peço para retirarem todas as obras brasileiras, afinal é muito mais edificante ler O quinze do que qualquer livro de Nicholas Sparks. Acho apenas muito mais importante um jovem ler Guerra e paz do que qualquer coisa de Nelson Rodrigues. Não é uma questão de gosto, mais uma vez, gosto é algo individual. É uma questão de bom senso. E que tem bom senso faz tudo com parcimônia e equilíbrio. E infelizmente não é o que ocorre no nosso país. Se as crianças fossem instigadas a ler desde a infância, e tivessem uma abrangência melhor de livros em seu currículo escolar, com certeza seria adultos muito mais capazes e corretos. E, com certeza, jamais deixariam Por uma vida melhor fazer parte do currículo escolar.