Um dia após a partida de Carrie Fisher, sua mãe Debbie Reynolds, a atriz de "Cantando na Chuva", nos deixou. Debbie estava em Beverly Hills na casa de seu filho, onde discutia detalhes do funeral de Carrie. Foi levada às pressas para o hospital devido a um AVC (acidente vascular cerebral).
Seu nome era Marie Frances Reynolds, e ela nasceu no Texas. Aos 16 anos disputava o concurso Miss Burbank, um caça-talentos a descobriu e ela tornou-se atriz. Recebeu seu nome artístico do chefe dos Estúdios Warner.
Da Warner Debbie foi para a MGM, onde trabalhou vinte anos e protagonizou "Cantando na Chuva" em 1952. Fez vários musicais em Las Vegas, e apesar de problemas conjugais, sempre foi muito atuante.
Um golpe para o filho Todd Fisher e para a neta Billie Lourd.
Carrie Fisher, a princesa Leia de Star Wars, faleceu nesta terça-feira, aos 60 anos de idade. Ela sofreu uma parada cardíaca na sexta-feira, dentro de um avião que pousara em Los Angeles, e estava desde então na UTI. Ela nasceu em Los Angeles em 21 de outubro de 1956. Estreou no cinema em 1975 no filme "Shampoo". Em 1977 veio "Star Wars - Episódio IV: Uma Nova Esperança". Ela também atuou em "Irmãos Cara de Pau", "As Panteras" e vários outros filmes e participações em séries. Além de atriz era escritora, e seu primeiro livro foi "Postcards From the Edge".
Carrie reapareceu como princesa Leia em "Star Wars - O Despertar da Força" e estava escalada para atuar no oitavo filme da saga. Também estava divulgando seu livro "Memórias da Princesa: Os Diários de Carrie Fisher".
O fato mais triste é que há sites como o "Ego" e o "MTZ" afirmando que "a morte da atriz não prejudicará o oitavo filme da saga..." Que se f#d@ a saga! Será que ninguém percebeu que um ser humano, com família e amigos, acabou de morrer? Não estou preocupado com o filme. Devíamos nos importar mais com os seres humanos. Sabe naqueles dias quando estamos doentes, ou alguém de nossa família está, e mesmo assim vamos trabalhar, e nosso chefe fica nos cobrando serviço sem se preocupar com nosso estado? É exatamente isso que fazemos quando uma atriz como Carrie morre e nós ficamos nos preocupando com a continuidade de uma trilogia... Somos hipócritas.
Há muito tempo uma série não conquistava jovens e adultos - e até mesmo crianças - prendendo todos pela curiosidade. Stranger Things se passa nos anos 80 (1983), mas faz com que crianças de 8 anos fiquem quietas assistindo seus episódios. A série da Netflix, com apenas uma temporada de oito episódios, mistura Stephen King com Steven Spielberg, trazendo drama, mistério, suspense, terror e humor ao mesmo tempo.
Mike Wheeler (Finn Wolfhard), Dustin Henderson (Gaten Matarazzo), Lucas Sinclair (Caleb McLaughlin) e Will Byers (Noah Schnapp) são garotos na faixa dos dez ou doze anos, amigos inseparáveis, fãs de Star Wars e Senhor dos Anéis, que passam horas em imensas campanhas de RPG, rolando dados e se divertindo. Após uma dessas campanhas, Will volta para casa de bicicleta e cruza com uma criatura estranha e perigosa. Assustado, ele tenta se proteger correndo a pé (ele cai da bicicleta) até sua casa. Enquanto ele pega uma arma em um depósito de ferramentas, o monstro reaparece levando-o consigo. Seus amigos se unem para tentar descobrir o que aconteceu a ele, enquanto a mãe de Will se desespera e começa a ser tratada como louca pelas pessoas da cidade. Os amigos de Will fazem buscas na floresta e acabam encontrando uma menina assustada (Millie Brown), que possui poderes mentais. Ela tem o número 11 gravado em seu braço e eles a chamam de "Eleven". Mike a esconde em seu porão, e logo eles descobrem que há um laboratório do governo na cidade, que possui ligações com Eleven, o monstro e o sumiço de Will.
A série vai te levar aos anos 80 de uma maneira incrível: a música, os velhos telefones de disco, o rádio, o relógio calculadora, as bicicletas antigas, os walkie talkies... As referências a Star Wars, Senhor dos Anéis, ET, Tubarão, Evil Dead, citações de quadrinhos (X-men 134 - O Despertar da Fênix), Scanners, Carrie, a Estranha. Frases, cenários, músicas, estilos, tudo nos faz reviver os anos 80. As filmagens da segunda temporada foram prometidas para 2017, mas há indícios de que já tenham começado. Será uma longa espera, mas se os Duffer Brothers (criadores da série) continuarem neste ritmo, será novamente um sucesso.
Na 68ª edição do Emmy, o "Oscar da Televisão", a série não foi indicada, mas Millie Brown, Gaten Matarazzo e Caleb McLaughlin fizeram seu show: distribuíram sanduíches de pasta de amendoim para os convidados e cantaram "Uptown Funk" antes da premiação. Só este momento já valia um prêmio.
Douglas Adams foi um grande escritor e comediante britânico,
autor de uma das maiores obras do mundo nerd, o nonsense e brilhante Guia do Mochileiro
das Galáxias. É onde conhecemos Arthur Dent, seu amigo alienígena Ford Perfect,
descobrimos o significado do 42, e, claro, conhecemos a inesgotável utilidade
de uma toalha. Adams faleceu muito cedo, aos 49 anos, vítima de ataque
cardíaco. Seus fãs procuraram uma maneira engraçada para homenageá-lo, já que
Adams passou a vida toda nos divertindo. Nesse ponto, o Guia e outro ícone da
história nerd se encontram.
Star Wars, especialmente nos dias atuais, dispensa
apresentações. Ainda assim, há muita gente de paraquedas enfiada nos cinemas se
dizendo fã da saga, mas não sabe diferenciar Tatooine de Dagobah. Enfim, o
primeiro filme, o Episódio IV, foi lançado em 25 de maio de 1977, transformando
a cultura pop cinematográfica para sempre. Unindo essas duas epopeias nerds, o
dia 25 de maio transformou-se no Dia da Toalha, em referência ao item mais
precioso de um mochileiro das galáxias, a Star Wars e a Douglas Adams.
Dia 25 de maio é dia de todo bom nerd carregar sua toalha
com orgulho, e também é dia de rememorar uma das sagas mais legais da cultura
pop. Star Wars povoa nosso imaginário com sua história rica, seus personagens inesquecíveis
e sua trilha sonora fabulosa. Em O Império Contra Ataca, o segundo filme da
trilogia clássica, Darth Vader cresce e mostra a que veio, e, para fazer
jus a um dos maiores vilões do cinema, uma trilha sonora grandiosa foi
composta pelo sensacional John Williams. São dele canções memoráveis de filmes
como Superman (o clássico de 1978), Jurassic Park, Indiana Jones, Harry Potter
e muitos mais. Para Star Wars, Williams compôs a aclamada Marcha Imperial. É difícil
descrever a grandiosidade da canção, a eloquência de seus violinos e trombones,
a facilidade com que a imagem mental de Vader se forma em nossas mentes nerds
ao ouvir esse clássico do cinema mundial. Já interpretada por diversas
orquestras ao redor do mundo, é uma canção certeira para um filme maravilhoso,
um personagem inesquecível e um dia para se comemorar.
Você já
imaginou ter em mãos um manual de treinamento da ordem Jedi? Com
informações sobre armas, vestuário, técnicas de combate, a história dos clãs e
dos mestres? Agora você tem esta oportunidade. Este livro traz todas estas
informações, passadas de Mestre para Padawan, com anotações feitas por cada
Jedi que o utilizou, contando suas experiências e aprendizado. Sensacional.
Você que é fã de Star Wars, comemore o Star Wars Day! Esta data (4 de maio) foi escolhida devido à frase "May the force be with you" - "Que a força esteja com você" e seu trocadilho "May the fourth be with you".
Portanto, mostre hoje seu carinho e apreço para com a obra de George Lucas, e comemore. Que a força esteja com você!
Fenômeno da maré vermelha, em dezembro do ano passado, na Austrália.
A prova de que a Bíblia pode ser científica às vezes.
O pen drive do Cascão.
Um tesão na frente da Igreja.
Aqui em Lages, SC, no convento Franciscano, no centro da cidade.
Pra todo mundo ver.
Dois quartos de princesa com muita criatividade, até eu que odeio rosa queria dormir num desses.
O fim da inteligência.
A mulher ideal, com Emma Watson e tudo, via Insoonia
Pra encerrar, as peripécias do cinema.
Carrie Fisher e Mark Hamill no set de Star Wars Episódio IV – Uma Nova Esperança
Elijah Wood, no set de O Senhor dos Anéis. Peter Jakson planejou uma cena onde Frodo, possuido pelo Anel, desfiguraria-se, como o próprio Sméagol. Infelizmente, ele desistiu da ideia.
Anne Hathaway, no último Oscar, emocionada vendo seu nome ser gravado na sua estatueta. Anne ganhou o prêmio de melhor atriz coadjuvante, interpretando Fantine, de Os Miseráveis.