Submarino

quinta-feira, 3 de maio de 2012

O poder da calma

O mosteiro na margem do rio Piedra está cercado por uma linda vegetação – verdadeiro Oásis nos campos estéreis daquela parte da Espanha. Ali, o pequeno rio transforma-se numa caudalosa corrente, e se divide em dezenas de cachoeiras.
O viajante caminha por aquele lugar, escutando a musica das águas. De repente, uma gruta – debaixo de uma das cachoeiras – chama sua atenção. Ele olha cuidadosamente a pedra gasta pelo tempo, as belas formas que a natureza cria com paciência. E descobre, escrito numa placa, os versos de R. Tagore:
- Não foi o martelo que deixou estas pedras perfeitas, mas a água, com sua doçura, sua dança e sua canção. Onde a dureza só faz destruir, a suavidade consegue esculpir.

(Maktub)

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