quarta-feira, 31 de outubro de 2012
terça-feira, 30 de outubro de 2012
Extra! Extra! Disney compra LucasFilm!
Estou publicando notícias extras aqui, desordenando o blog, mas esta não pode passar: A Disney comprou a LucasFilm por "apenas" 4,05 bilhões de dólares! E já anunciou para 2015 o episódio 7 de Star Wars. Preparem-se para Star Wars 7, 8 e 9, sendo que os dois últimos episódios ainda não tem previsão de lançamento. George Lucas vai ficar com metade da grana, e o resto em ações (cerca de 40 milhões de ações). A Disney avança sorridente, pois já possui a Pixar e a Marvel, e agora também a LucasFilm. Vamos esperar e torcer para que não saia algo parecido com os episódios 1, 2 e 3.
(foto divulgação)
Kathleen Kennedy, vice-presidente da LucasFilm, ficará no comando de suas operações, mas sob a tutela de Alan Horn, da Disney. Foi anunciado também que Kennedy atuará como produtora executiva do novo filme de Star Wars, o sétimo da série, no qual George Lucas será consultor criativo.
George Lucas afirma estar confiante por entregar a série à Disney, acreditando que a saga precisa ser compartilhada com as próximas gerações.
(foto divulgação)
Extra! Extra! Corra que a Sandy vem aí...
Esta Sandy?
(imagem: Jotablog)
Não, graças a Deus é esta aqui:
(imagem do satélite NOAA - foto AP)
O furacão Sandy em formação, com ventos de até 150 Km/h, assusta os americanos. Uma amiga comentou: "Numa hora dessas, dou graças à Deus por morar no Brasil." Eu respondí: "Numa hora dessas, eu ainda preferia morar nos EUA."
Lá ainda é possível RECOMEÇAR, aqui no Brasil, depois de uma tragédia, não temos mais chance. E há no Brasil outros furacões piores, como a ignorância, o comodismo, a corrupção, a falta de bom gosto, a cultura lixo de massa e a mania de viver de aparências...
Mas voltando ao assunto, Sandy tocou o solo em New York, ao sul de Atlantic City há poucas horas. Uma confusão de árvores e destroços voava pelas ruas da metrópole. O caminho do furacão inclui importantes centros populacionais, como Washington, Baltimore e Filadelfia. Órgãos Públicos, escolas e até a Bolsa de Valores - que só fechou nos atentados de 11 de setembro - estão fechados. Dois milhões de pessoas já estão sem energia elétrica e mais de um milhão de pessoas receberam ordens para deixar suas casas. O medo tomou conta da população e até a campanha eleitoral foi adiada. A previsão dos prejuízos é de vinte bilhões de dólares.
(imagem: Blogcitário)
segunda-feira, 29 de outubro de 2012
Funk Clássico - Para pessoas com um gosto refinado
Só assim pra gostar desse lixo chamado funk. Parabéns a Gus e Horn!
sábado, 27 de outubro de 2012
Psicopatas
Arrogantes, mentirosos e
irresistíveis. Não. Não estou falando de personagens de filmes de romance, mas
de psicopatas. Para o psicopata, o remorso é uma fraqueza alheia. 20% da
população carcerária são psicopatas. Mas não se apavore, leitor, nem todo
psicopata é um serial Killer. A psicopatia não consiste apenas em matar pessoas
sem motivos, mas também são psicopatas os famosos canalhas do dia a dia:
falsários, amantes canalhas e amigos parasitas. Os malvados talentosos.
Psicopatas mentem sem “ficar vermelhos” porque não tem ansiedade nem medo.
Analisam as pessoas até descobrirem seus pontos fracos, e utilizam-se desse
ponto para tornarem-se parasitas. Sabe aquele amigo seu, que empurra parte do
serviço dele pra você, pra que ele possa ficar mais tempo sem fazer nada, e
quando você reclama ele te acusa de insensível? É um psicopata. Tem uma lábia
invejável, o que torna os homens psicopatas irresistíveis. Não conseguem seguir normas sociais e acabam
cometendo crimes. Enganam até “amigos” para tirar vantagem ou prazer. São
estourados, e partem com facilidade para agressões físicas.
O psicopata despreza
a segurança das outras pessoas e até mesmo a sua própria. É irresponsável com
tudo, inclusive empregos e pagamentos. Chegam tarde, saem mais cedo, e se
possuem alguma influência ou parentesco com alguém dentro da diretoria, é pior
ainda. Exploram ao máximo os colegas. São conversadores e tratam bem aos de
fora pra causar boa impressão. Geralmente acusam os colegas de “falta de
humildade”, e, quando acuados, dizem que “não precisam desse trabalho”. São
pessoas que aparentam normalidade, mas são doentes mentais em busca de sucesso
fácil, boa posição e dinheiro. Gostam de mostrar o que têm, e, não se engane,
podem até te tratar bem, mas no fundo, te consideram muito inferior a eles. O
que eles pensam? “Os outros existem para serem explorados.”
Remédio
(infalível) indicado por um amigo meu, grande conhecedor da mente humana: Uma
bala de fuzil no meio da testa.
quinta-feira, 25 de outubro de 2012
terça-feira, 23 de outubro de 2012
Classes sociais e manipulação de massa
Novamente estive pensando sobre o
livro 1984, de George Orwell. É difícil falar sobre manipulação de massa sem
falar de classes sociais, ou vice-versa. Você já parou para pensar que a classe
baixa (eu não gosto dessa definição) é que move o mundo financeiro? É o
trabalho deles, o esforço deles, o resultado deles - que obtém este resultado
muitas vezes sem entendê-lo muito bem, ou sem compreender o que estão fazendo –
que faz com que a economia gire. É triste, mas é a realidade.
Assim que a Idade
Média acabou, e os senhores feudais se foram, uma nova forma de economia e
classificação social entrou em vigor: havia os nobres, os burgueses e a classe
operária. O nobre era assim chamado não apenas por seu dinheiro e bens, mas por
sua origem, seu nome, sua família, sua influência na sociedade da época. Os
burgueses lá estavam apenas por seu dinheiro e seu comércio. E a classe
operária fazia o trabalho que era necessário para que tudo funcionasse. Sendo
assim, era impossível um burguês se tornar nobre, ou um operário se tornar
nobre. Havia um abismo entre a nobreza e o resto do povo. Um burguês poderia
perder seu dinheiro e seu negócio e se tornar um pobre operário. Um operário
poderia receber um bom dinheiro, ou economizar, ou se associar com outros
operários e se tornar burguês. Mas nenhum dos dois chegaria a ser um nobre.
NUNCA.
Hoje, nos consideramos libertos
desta distinção social. Ou pelo menos alguém nos disse que somos iguais. A
nossa Constituição afirma isso. A Igreja afirma isso. Mas somos realmente
iguais? Estamos realmente livres da distinção social? Não esqueça que estamos
falando de ECONOMIA, DINHEIRO, PODER. Somos iguais como seres humanos, e uns
são melhores que outros em conhecimento, inteligência e capacidade. Mas na
sociedade, há um abismo entre nós e os poderosos. E o pior, é que os pequenos
fazem a roda girar para manter a riqueza dos grandes. Isso é assim em todo
lugar.
Exemplo: Um poderoso homem de
negócios quer enriquecer ainda mais, e faz uma reunião com os CEOs de suas
empresas, pedindo mais lucro, mais desenvolvimento, mais retorno. Cada CEO
chega em sua empresa e reúne-se com seus gerentes de setor, traçando um plano
de vendas ou produção para aumentar os ganhos da empresa. Cada gerente repassa
as cobranças aos supervisores de sua área pedindo retorno. Os supervisores
implantam o novo plano, e exigem dos TRABALHADORES o retorno esperado: MAIS
PRODUÇÃO, MAIS VENDA, MAIS CLIENTES. E quando a classe operária realiza o que
foi exigido, muitas vezes por medo de demissão ou de avaliações comprometedoras,
o retorno que é obtido atinge quem? O HOMEM DE NEGÓCIOS, e, no máximo, os CEOs.
É assim que funciona. E o país caminha da mesma forma. O “povão” é necessário.
E quanto mais ignorantes, melhor.
Um povo ignorante não reclama! Um povo
ignorante se contenta com churrascos aos domingos, cerveja e mulheres gostosas
na TV! Um povo ignorante acha que a vida está ótima quando pode comprar um
carro parcelado em 60 vezes e uma geladeira nova parcelada em 12 vezes! Um povo
ignorante canta frases repetitivas que falam de sexo e bebedeira, e PENSA que é
feliz! E “a nobreza” quer mantê-los assim. Cantando e trabalhando. Enquanto a
classe operária puder ter na carteira meia dúzia de cartões de crédito e um
carro novo na garagem, está tudo bem. Evitam-se os livros com a televisão, onde
políticos falam que o Brasil é agora uma “potência mundial”, e o povo bate
palma.
Somos pobres ignorantes, mas ficamos bravos e magoados quando alguém
como o Ziraldo se levanta e afirma que somos pobres ignorantes! Não dá pra
entender. Nem precisamos de um Grande Irmão, já estamos manipulados, já somos,
como diz Zé Ramalho, “povo marcado, povo feliz”! E isso não vai mudar enquanto
a “classe baixa” não estiver disposta a abandonar o lixo que chama de cultura,
e estudar, progredir, cobrando para si um retorno real, e não um carro parcelado
em 60 vezes. A nobreza, a classe alta, quer nos dar um FALSO STATUS,
mantendo-nos presos a coisas que compramos sem precisar. Sabem como pensamos, e
sabem que, infelizmente, vivemos de aparência. E pra haver uma igualdade de
classes, precisamos deixar a aparência de lado, e cobrar o que é nosso. Não
precisamos ser milionários, mas queremos apenas o que é nosso por direito, e que
no papel é um texto muito bonito, pena que não é verdade.
(Mafalda - Quino)
Assinar:
Postagens (Atom)







