quinta-feira, 30 de setembro de 2010

O que é um GEEK?

Geek é uma palavra associada a subculturas ligadas aos computadores e à internet. Nestas subculturas, um Geek é uma pessoa com um talento e um interesse por tecnologia e programação acima do normal. O conceito assemelha-se ao Nerd mas não é a mesma coisa. O Geek é um Nerd que gosta de jogos de tabuleiro e lógica. Há Geeks que não gostam de Star Wars, não leram "The Lord of the Rings", nem nunca jogaram RPG, mas não deixam de ser Nerds. Enfim, todo Geek é um Nerd, mas nem todo Nerd é um Geek.
Nessas subculturas, uma pessoa pode ser considerada um Geek pelos seus pares se reunir grande parte das características seguintes:
* É em geral inteligente.
* É um Hacker (pelo bom sentido da definição).
* Na escola costuma(va) corrigir seus professores.
* Geralmente usa algum sistema operacional Unix, de preferência livre, como o GNU/Linux ou algum da família BSD.
* Gosta de Trivia, Jogo da vida (Conway's Game of Life) e outros jogos lógicos como puzzles.
* Gosta de computadores e muitos deles sabem programá-los.
* Gosta de jogos de computador
* Gosta de tudo relacionado a alta tecnologia e eletrônica.

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Quem vive de passado é museu e quem tem raiz é planta

                    Pelo menos dez anos da minha vida eu passei acreditando em algo que não era palpável, acreditando em algo que me cercava. Vivendo uma tradição que não era minha e costumes regionais, por uma conveniência. Por achar que era certo. Por dez anos eu tive minha cidade e seu povo num pedestal, e me orgulhava de tudo e de todos. O que eu ganhei com isso? NADA. EU PERDI. Perdi tempo, perdi perspectivas, perdi liberdade e opinião. Eu estava presa a algo que não nos traz nada. Porque o sulista não valoriza sua terra. ELE ENDEUSA-A. Sua terra e seus costumes são ídolos, esse é sua religião e ele vive cego. Nessa época de reta final de eleições, eu vejo as pessoas valorizarem certos candidatos só porque eles são lageanos. Isso significa que não importa o que ele faça, ele tem minha confiança porque é lageano? Isso é palhaçada! Isso é cegueira! Eu valorizo a minha cidade, não quem mora nela. Estou vomitando em cima dos lageanos e de seu sotaque da serra, pelo mesmo motivo que vou anular meus votos para deputados e senadores. O ser humano não é digno de confiança. O ser humano é uma usina corrompida e corroída, e vocês acham que eu votarei em alguém simplesmente porque ele é lageano? NÃO. Estou vomitando para os lageanos, serranos e seu sotaque abominável. Cansei de ser regional e fechar meus olhos. Cansei de valorizar algo que não modifica em nada minha vida. Cansei de só ficar olhando por cima dos ombros e estar cega para frente. A verdadeira tradição não é esta, de cerveja, moda, barzinhos e dinheiro a rodo. Não é esta a maneira de valorizar sua região, você vota em pessoas, não em cidades. Não são representantes dessa ou daquela cidade, são pessoas. Analisem pessoas e passados, e não procedência. Procedência não significa mais NADA. Bairrismo é lixo. Provincianismo é lixo. Abram os olhos, sejam cidadãos críticos e não fantoches. Não se fechem num casulo de barro, se abram para o mundo em que vivemos. Caiam na realidade. Vomito em cima desses lageanos que se sentem muitos felizes em espalhar aos quatro ventos que um lageano será governador. Vocês acham que ele está preocupado conosco? Vocês acham que esses grandes nomes de Lages estão preocupados com a nossa cidade? ESTÃO PREOCUPADOS COM O BOLSO DELES! Eles não passam de uma oligarquia querendo a qualquer custo chegar ao poder. NÃO SE ILUDAM! Não se deixe influenciar. Não crie raiz. Não vote em procedência, vote em pessoas. Estou cansada desse lugar, espero poder ir embora um dia, porque aprendi que ser serrana só me prejudicou. Não crie raiz. Não nascemos para ter raiz. Somos livres.

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Porque a Assembleia de Deus apoia a Candidatura de um Maçom?

Saio caminhar pelas ruas de Lages. Véspera de eleição, a decisão se aproximando. Sei onde moram várias pessoas que fazem parte da Assembléia de Deus. Olho pras suas casas e o que vejo? Placas e mais placas estampando o rosto de um certo candidato a governador do estado de Santa Catarina, que é maçom.
Cresci ouvindo a Assembleia de Deus criticar e julgar as “seitas” que aparecem por aí, sejam elas fracas ou fortes, influentes ou não. E a maçonaria é o quê? Não é uma seita? Toda associação de pessoas com algum objetivo, com crenças e rituais, mas que não se declara uma religião é uma seita. Há boatos de influência maçônica dentro da igreja evangélica (eu não duvido) e todo mundo sabe que a maçonaria vem decidindo os rumos da nação há muito tempo, desde os tempos do Brasil Colônia. Não quero aqui generalizar os evangélicos e muito menos julgar a maçonaria, mas quero mostrar a hipocrisia. Não se deve condenar alguém abertamente e andar em conluio com esta mesma pessoa na surdina. Não se pode condenar a maçonaria e apoiar um candidato maçom. Eu particularmente acho que cristãos nem deveriam se envolver com política, pois Deus está alheio a tudo isso. A Assembleia de Deus sempre apoiou candidatos financeiramente influentes sem se preocupar com suas origens ou seu meio de vida e obtenção de riquezas. A igreja tem se envolvido com a politicalha brasileira e com o capitalismo, esquecendo sua verdadeira função. Não estou exercendo a função de juiz, mas quero lembrar aqui a frase de alguém que dedicou sua vida tentando melhorar a vida de outras pessoas:
- “Dai a Cesar o que é de Cesar, e a DEUS o que é de DEUS.”

sábado, 25 de setembro de 2010

Superman Está de Volta!

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Roger Rabbit 2

Vem ai o coelho maluco novamente! A novidade é que será utilizada  a mesma tecnologia de "Avatar" (captura de movimentos) e não mais a mistura de animação com humanos. O ator Bob Hoskins confirmou que irá voltar ao elenco para interpretar Eddie Valient no novo filme. Ainda não há data prevista para o lançamento, mas o roteiro já foi iniciado no fim de 2009.

Cotidiano Pré Histórico (Carl Sagan)

Mais um texto de Carl Sagan. Interessante como ele descreve o cotidiano de uma família, um grupo pré histórico, como se ele fizesse parte desse grupo. Nos faz parar e pensar nos primórdios da humanidade. Ao analisarmos a organização do ser humano, chegamos à conclusão que não evoluímos tanto assim...


"Andamos por aí. Com nossos filhos e nossos pertences nas costas, seguimos em frente – perseguindo a caça, procurando os buracos de água. Armamos um acampamento por algum tempo, depois partimos de novo. Para providenciar os alimentos para o grupo, os homens em geral caçam, as mulheres em geral colhem. Carne e batatas. Um típico bando itinerante, geralmente uma família extensa de parentes de sangue e de afinidade que chega a algumas dúzias. Anualmente, muitos de nós, com a mesma língua e cultura, se reúnem – para cerimônias religiosas, para comerciar, arranjar casamentos, contar histórias.
Estou me atendo aos caçadores, que são homens. Mas as mulheres têm poder social, cultural e econômico. Elas colhem os produtos essenciais – as castanhas, as frutas, os tubérculos, as raízes, bem como as ervas medicinais, caça pequenos animais e fornecem informações estratégicas sobre os movimentos dos animais grandes. Os homens também colhem alguma coisa e fazem grande parte do “trabalho doméstico” (mesmo que não existam casas). Mas a caça – só para obter alimento, nunca por esporte – é a ocupação constante de todo macho capaz.
Os meninos pré-adolescentes caçam pássaros e pequenos mamíferos com arcos e flechas. Já adultos, são peritos em conseguir armas; em aproximar-se furtivamente da presa, matá-la e abatê-la; e em carregar os pedaços de carne de volta para o acampamento. O primeiro abate bem sucedido de um grande mamífero indica que o jovem se tornou adulto. Em sua iniciação, incisões rituais são feitas em seu peito ou braços, e uma erva é esfregada nos cortes para que, quando cicatrizados, apareça uma tatuagem desenhada. É como as fitas de campanha – só de olhar para o seu peito, já se sabe alguma coisa de sua experiência de combate.
Dentre uma confusão de marcas de cascos, podemos dizer com precisão quantos animais passaram; a espécie, os sexos e as idades; se algum estava manco; há quanto tempo passaram; a que distância estão agora. Alguns animais jovens podem ser capturados por luta em campo aberto; outros, com arremessos de estilingue ou bumerangues ou apenas por um lançamento de pedras preciso e forte. É possível abordar animais que ainda não aprenderam a temer o homem e matá-los a pauladas. Em distâncias maiores, contra presas mais cautelosas, atiramos lanças ou flechas envenenadas. Às vezes temos sorte e,com um ataque habilidoso, conseguimos forçar um bando de animais a cair numa emboscada ou a se precipitar de um penhasco.
O trabalho de equipe entre os caçadores é essencial. Para não assustar a caça, devemos nos comunicar por uma linguagem de sinais. Pela mesma razão, precisamos manter nossas emoções sob controle; tanto o medo como o júbilo são perigosos. Somos ambivalentes a respeito da presa. Respeitamos os animais, reconhecemos nosso parentesco em comum, nos identificamos com eles. Mas se refletimos muito sobre sua inteligência ou sua dedicação aos filhotes, se sentimos pena deles, se reconhecemos profundamente que são nossos parentes, nossa dedicação à caçada esmorece. Levamos para casa menos alimentos, e nosso bando pode se ver mais uma vez em perigo. Somos obrigados a criar uma distância emocional entre nós e eles."