quinta-feira, 28 de março de 2013

Vendo pra crer - parte II

Casinhas de gatos muito originais...






A evolução humana, via AhDuvido.



A força da amizade.




Fenômeno da maré vermelha, em dezembro do ano passado, na Austrália.
A prova de que a Bíblia pode ser científica às vezes.




O pen drive do Cascão.


 
 Um tesão na frente da Igreja.
Aqui em Lages, SC, no convento Franciscano, no centro da cidade.
Pra todo mundo ver.

 




 

Dois quartos de princesa com muita criatividade, até eu que odeio rosa queria dormir num desses.




O fim da inteligência.




 A mulher ideal, com Emma Watson e tudo, via Insoonia



Pra encerrar, as peripécias do cinema.

Carrie Fisher e Mark Hamill no set de Star Wars Episódio IV – Uma Nova Esperança





Elijah Wood, no set de O Senhor dos Anéis. Peter Jakson planejou uma cena onde Frodo, possuido pelo Anel, desfiguraria-se, como o próprio Sméagol. Infelizmente, ele desistiu da ideia.


 Anne Hathaway, no último Oscar, emocionada vendo seu nome ser gravado na sua estatueta. Anne ganhou o prêmio de melhor atriz coadjuvante, interpretando Fantine, de Os Miseráveis.

quarta-feira, 27 de março de 2013

#365Livros - #Livro86 - NOITE NA TAVERNA



Noite na taverna
Álvares de Azevedo

O pequeno Alvarinho é mais um daqueles milhões de poetas brasileiros tuberculosos que adoravam escarrar tragédias e amores impossíveis, idealizando donzelas perfeitas que nunca existiram e nunca existirão. Em Noite na Taverna, cinco personagens contam suas histórias de amor cheias de tragédias, com direito a muita morte, traição, sangue, vício, bebidas, libertinagem, com direito a incesto e toda sorte de escrotidão possível numa história entre duas ou mais pessoas. Porque indicar um livro tal como esse? Bem, gostando ou não, Álvares de Azevedo é um dos maiores nomes do romantismo depressivo da literatura brasileira. É importante conhecer sua história e seu estilo romântico depressivo que se perdeu com o tempo – felizmente. Além disso, eu ainda prefiro Noite na Taverna do que Dom Casmurro.

terça-feira, 26 de março de 2013

Extra! Larvas em chocolate!

Raquel Xavier, recepcionista, moradora de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, enviou ao portal G1 uma foto de um bombom da Cacau Show no qual encontrou uma larva. A empresa afirma que é um caso isolado, e diz estar tentando entrar em contato com a consumidora para averiguar a situação. A cliente afirma estar indignada com a empresa (com toda a razão!). Saiba mais clicando aqui.
 
(foto: Raquel Xavier/VC no G1)

#365Livros - #Livro85 - HISTÓRIA DA MÚSICA EVANGÉLICA NO BRASIL



História da música evangélica no Brasil
Salvador de Sousa

Um pequeno livro que conta uma história imensa. A música gospel é o segundo maior gênero musical do Brasil em vendagens, perdendo apenas para o sertanejo, segundo a Regina Casé, e confirmado pela ABPD. Mais do que um gênero que revelou cantoras como Cassiane, Damares e outras cantoras do gênero pentecostal – que, com poucas exceções, não me agrada muito – sem contar como aberrações do gênero de Thalles Roberto e Ana Paula Valadão, o gospel é uma exaltação à fé cristã, à presença de Deus e à mensagem que Jesus passou à humanidade. Desde a chegada dos primeiros protestantes ao Brasil, passando pela história da música cristã nos primórdios do Rádio, os primeiros grandes nomes da musica evangélica, como Luiz de Carvalho, Feliciano Amaral, Grupo Rebanhão, até a atualidade, onde cantores como Fernanda Brum, Catedral, Aline Barros, Oficina G3 e muitos outros, espalharam a música gospel a crentes e não tão crentes, à mídia secular, à televisão, internet, e a todos aqueles que, independente de crença, querem uma mensagem de paz, esperança e amor. Sim, é isso que o gospel representa – ou deveria representar. E Salvador de Sousa, baiano, pedagogo, dono de um acervo musical absurdamente invejável, nos traz nesta bela obra que conta uma grande história. Essencial não só para quem é evangélico, mas para quem se interessa por esse gênero, e quer entender o que ele representa de verdade.

segunda-feira, 25 de março de 2013

#365Livros - #Livro84 - OUTRAS DO ANALISTA DE BAGÉ



Outras do analista de Bagé
Luis Fernando Veríssimo

A imagem de um barbudo com cara de bronco e uma monocelha que faria o Monteiro Lobato ter pesadelos, vestindo toga e capelo, seria assustadora se não fosse cômica. Veríssimo segue a saga de um dos seus mais famosos personagens, uma das mais inteligentes críticas ao estilo espartano totalmente distorcido do gaúcho tradicionalista.
“SUA ESCOLA NA PSICANÁLISE: "Sou freudiano de carregar bandeirinha, mais ortodoxo do que rótulo de Maizena." SOBRE O FEMINISMO: "Toda mulher deve lutar pelos seus direitos, desde que não interfira nos serviços de casa." SOBRE A INFLUÊNCIA DA BOMBACHA NO MACHISMO GAÚCHO: "O gaúcho é o que é, porque a bombacha dava espaço. Uso bombacha até no consultório. Quando a ocasião é social uso as de enfeite do lado. Mas nada que brilhe, senão já é bichice. Pra apertar meus fundilhos, só mão de china..." SOBRE A SUA INFANCIA: "Normal. O que não aprendi no galpão, aprendi atrás do galpão." “SOBRE O REICH: "Esse tal de Reich, nem pra catá bosta. Reich, pra mim, é prenuncio de cuspida." SOBRE A SOCIEDADE PSICANALÍTICA DE BAGÉ: "Eles me consideram uma rês desgarrada, porque sou muito radical. Só não me expulsaram ainda porque querem me capar antes.”

O melhor twit de Emma Watson

Na última semana, rumores cada vez mais fortes de que Emma Watson participaria da adaptação para o cinema do lixo cinquenta tons de cinza tomaram conta da internet. Boatos de que os Anonymous teriam invadido os servidores do estúdio Constantin Film e vazado diversos documentos envolvendo dados de projetos cinematográficos, incluindo a informação da participação de Emma nessa patacoada. No domingo, no entanto, Emma deu, pelo twitter, a melhor resposta que poderia ter dado.



“Alguém aqui realmente acredita que eu faria um filme de 50 Tons de Cinza? Tipo, sério. Na real. Na vida real.”


Sem mais!

domingo, 24 de março de 2013

#365Livros - #Livro83 - A VIDA, O UNIVERSO E TUDO MAIS








A vida, o Universo e tudo mais
Douglas Adams

Depois de ver o fim do Universo, Arthur Dent fica cinco anos perdido na Terra pré-histórica, até ser “resgatado” por Ford Perfect, e os dois caírem de pára-quedas no meio de uma partida de críquete, na Londres atual, em cima de um sofá vermelho. Mas a Terra não havia acabado? Esse brincar com o tempo de Adams é uma das melhores características da série. Arthur e Ford voltam minutos antes da Terra ser destruída. Agora, porém, os simpáticos habitantes do planeta Krikkit descobriram que não estão sozinhos no Universo – vejam só – e tomam uma atitude extraordinária. Destruir tudo que não seja Krikkit, ou seja, não só a Terra, mas todo o Universo.