quarta-feira, 10 de março de 2010

Roteador da Cisco promete taxa de transferência de 322 Tbps

                    Enviar quatro bilhões de música em um minuto ou conectar toda a população chinesa numa chamada de voz e vídeo ao mesmo tempo. Esta é, segundo o site Silicion Alley Insider, a capacidade de transferência do novo roteador da Cisco. A taxa do equipamento é de 322 Tbps.
                    Outras possibilidades apontadas pelo site são:
• transferir todos os filmes já feitos em quatro minutos
• transferir a bíblia inteira em 0,000000014
• transmitir entre computadores a sequência inteira do DNA de 56 mil pessoas em um segundo
• baixar toda a biblioteca do Congresso Nacional dos Estados Unidos em um segundo
                    Segundo o diretor-executivo da Cisco, John Chambers, o CRS-3, nome do equipamento dos 300 Tera, poderá ajudar a potencializar serviços como de vídeo, aparelhos móveis e computação em nuvem.
– O vídeo dá vida à internet e a maioria dos dispositivos que surgirão na rede vai evoluir rapidamente para vídeo – aposta o executivo.
                    De acordo com a companhia, a AT&T – maior empresa de telecomunicações dos EUA – já está testando o novo roteador. A previsão da empresa é de que o equipamento esteja disponível no mercado mundial no terceiro trimestre de 2010.

sábado, 6 de março de 2010

Prostituição e Drogas com o apoio do ESTADO

                                    Esse texto saiu atrasado, mas vale à pena.

                    O carnaval realizado no Brasil é a maior festa popular do mundo. Grande parte dos foliões brasileiros, no entanto, não conhecem as origens e as implicações dessa festa. Pensa-se que o carnaval é uma brincadeira típica do Brasil, mas várias cidades do mundo como Nice (França), Veneza (Itália), Nova Orleans (EUA), dentre outras, também a celebram anualmente.
                    O carnaval, para surpresa de muitos, é um fenômeno social anterior a era cristã. Assim como atualmente ela é uma tradição em vários países, na antiguidade, o carnaval também foi praticado por várias civilizações. No Egito, na Grécia e em Roma, pessoas de diversas classes sociais se reuniam em praça pública com máscaras e enfeites para desfilarem, beberem vinho, dançarem, cantarem e se entregarem as mais diversas libertinagens.
                    A diferença entre o carnaval da antiguidade para o de hoje é que, no primeiro, as pessoas participavam das festas mais conscientes de que estavam adorando aos deuses. O carnaval era uma prática religiosa ligada à fertilidade do solo. Era uma espécie de culto agrário em que os foliões comemoravam a boa colheita, o retorno da primavera e a benevolência dos deuses. No Egito, os rituais eram oferecidos ao deus Osíris, por ocasião do recuo das águas do rio Nilo. Na Grécia, Dionísio, deus do vinho e da loucura, era o centro de todas as homenagens, ao lado de Momo, deus da zombaria. Em Roma, várias entidades mitológicas eram adoradas, desde Júpiter, deus da urgia, até Saturno e Baco.
                    Na Roma antiga, o mais belo soldado era designado para representar o deus Momo no carnaval, ocasião em que era coroado rei. Durante os três dias da festividade, o soldado era tratado como a mais alta autoridade local, sendo o anfitrião de toda a orgia. Encerrada as comemorações, o “Rei Momo” era sacrificado no altar de Saturno. Posteriormente, passou-se a escolher o homem mais obeso da cidade, para servir de símbolo da fartura, do excesso e da extravagância.
                    Com a supremacia do cristianismo a partir do século IV de nossa era, várias tradições pagãs foram combatidas. No entanto, a adesão em massa de não-convertidos ao cristianismo, dificultou a repressão completa. A Igreja foi forçada a consentir com a prática de certos costumes pagãos, muitos dos quais, cristianizados para evitar maiores transtornos. O carnaval acabou sendo permitido, o que serviu como “válvula de escape” diante das exigências impostas aos medievos no período da Quaresma.
                    Na Quaresma, todos os cristãos eram convocados a penitências e à abstinência de carne por 40 dias, da quarta-feira de cinza até as vésperas da páscoa. Para compensar esse período de suplício, a Igreja fez “vistas grossas” às três noites de carnaval. Na ocasião, os medievos aproveitavam para se esbaldar em comidas, festas, bebidas e prostituições, como na antiguidade.
                     Na Idade Média, o carnaval passou a ser chamado de “Festa dos Loucos”, pois o folião perdia completamente sua identidade cristã e se apegava aos costumes pagãos. Na “Festa dos Loucos”, tudo passava a ser permitido, todos os constrangimentos sociais e religiosos eram abolidos. Disfarçados com fantasias que preservavam o anonimato, os “cristãos não-convertidos” se entregavam a várias licenciosidades, que eram, geralmente, associadas à veneração aos deuses pagãos.
                      O carnaval na Idade Média foi objeto de estudo de um dos maiores pensadores do século XX, o marxista russo Bakhtin. Em seu livro Cultura Popular na Idade Média e no Renascimento, Bakhtin observa que no carnaval medieval – “o mundo parecia ficar de cabeça para baixo”. Vivia-se uma vida ao contrário. Era um período em que a vida das pessoas tornava-se visivelmente ambígua, pois a vida oficial - religiosa, cristã, casta, disciplinada, reservada, etc. – amalgamava-se com a vida não-oficial – a pagã e carnal. O sagrado que regulamentava a vida das pessoas era profanado e as pessoas passavam a ver o mundo numa perspectiva carnavalesca, ou seja, liberada dos medos e da ética cristã.
                       Com a chegada da Idade Moderna, a “Festa dos Loucos” se espalhou pelo mundo afora, chegando ao Brasil, ao que tudo indica, no início do século XVII. Trazido pelos portugueses, o ENTRUDO – nome dado ao carnaval no Brasil – se transformaria na maior manifestação popular do mundo, numa das maiores adorações aos deuses pagãos do planeta e, por tabela, na maior apologia à prostituição apoiada pelo Estado. Você participa? De que adianta campanhas contra o sexo irresponsável e contra às drogas se o Estado apóia tudo isso com uma divulgação em massa na mídia e participação de grande parte da população, que nos demais dias do ano tenta passar uma imagem de moralidade e respeito???

O Neocolonialismo Americano

                    Os Estados Unidos sempre utilizaram desculpas para invadir outros países, a velha história de que o adversário possui armas químicas ou algum outro artefato que pode "destruir o mundo" ou abriga terroristas, etc... Na verdade os reais motivos são econômicos e militares, como na guerra do Iraque em 2003, o motivo aparente era a captura de Sadam e o aprisionamento de armas químicas que o Iraque supostamente estava construindo. Mas os EUA queriam mesmo dominar o mercado petrolífero e vencer a influênica do Euro, moeda adotada nas negociações envolvendo petróleo no Oriente desde 2000.
                    Porque os povos árabes precisam (de acordo com a visão americana) ser democratizados e libertos da opressão? Que democracia é essa que vem do céu em forma de bombas? Que liberdade é essa que precisa ser imposta à força? Por isso minha comparação entre EUA e Império Romano. O Império Romano escravizava os povos enquanto Roma, a capital, crescia e progredia com avanços muito a frente do seu tempo. Os EUA tambem, invadem países fracos, dominam a economia, criam governos fantoches, e empurram goela abaixo sua "democracia".

O Exército Romano

               Roma era poderosa devido ao seu exército, de uma força soberba e bem treinado, com uma disciplina e armas superiores à maioria dos seus inimigos.
A base do exército era a legião, de dimensões variáveis, que no tempo de Augusto tinha seis mil homens, todos cidadãos romanos voluntários, que serviam durante vinte anos. A legião dividia-se em 30 manípulos e estes em duas centúrias. Os principais oficiais eram os centuriões, cada um responsável por cem homens, derivando daí o nome de centúria.
Nos anos 200 d. C. a legião tinha apenas dois mil homens.
               Cada legião contava com o apoio de uma força auxiliar de não romanos mobilizados para o exército, que tinha mais ou menos a mesma quantidade de homens.
A força total de um exército variava, tendo com Augusto 28 legiões, que eram deslocadas de local para local conforme as necessidades da defesa.
               As legiões eram leais apenas aos seus próprios generais, conferindo-lhes popularidade e poder, como foi o caso de Júlio César.

sexta-feira, 5 de março de 2010

O Novo Império Romano (continuação)

                    O Império Romano tinha uma forma interessante de conquistar os povos ao seu redor, alegando que eram  bárbaros, sem cultura, e que Roma era a luz para os povos, e iria levar civilização e liberdade a eles. Mas a verdade é que sempre houve interesse comercial ou militar por trás de todas suas conquistas. Cartago, por exemplo, dominava o comércio da época, e por isso havia interesse romano em dominar aquela região. Veja esse texto que retirei de "www.historianet.com.br": 

"Roma interessava-se pelo controle sobre a Sicília, grande produtora de trigo; terras da península Ibérica, produtora de prata e pelo controle do comércio que estava nas mãos dos cartagineses. Cartago pretendia aumentar seu raio de dominação econômica, desalojando os comerciantes gregos do Mediterrâneo. Os romanos venceram a Primeira Guerra Púnica (264 -- 241 a.C.) e passaram a dominar a Sicília, a Sardenha e a Córsega. No final do século venceram uma segunda Guerra Púnica ( 218 -- 201 a.C.) quando as tropas de Cipião, o africano derrotaram Aníbal, famoso general cartaginês, obrigando os derrotados a entregar sua frota de navios e a Espanha. Estava dominado o Mediterrâneo ocidental.
O exército fortaleceu-se, o comércio desenvolveu-se e gerou riquezas para Roma, que passou a atacar os estados Helenísticos do Mediterrâneo Oriental, aos poucos conquistados durante o século II a.C. A terceira Guerra Púnica (149 -- 146 a.C.) teve como pretexto o conflito entre os Cartago e a Numídia, aliada de Roma, foi responsável pela derrota definitiva de Cartago, e completamente arrasada pelos romanos, que passaram a dominar o Norte da África e escravizaram cerca de 40 mil homens." 


                    A idéia que prevalecia em Roma era uma idéia expansionista, "um imperador para um único império", império esse que deveria abranger todo o mundo conhecido da época. Os povos ao redor lutaram por sua liberdade, mas nunca puderam fazer frente ao poderio romano, ao exército profissional de Roma, que foi o primeiro exército treinado com disciplina e lealdade aos seus generais. Isso lembra muito um certo país... (continua...)

quinta-feira, 4 de março de 2010

O Novo Império Romano

                    Este texto será apenas uma introdução ao assunto que quero tratar mais detalhadamente. Parei pra pensar a respeito e percebi que os EUA são o novo Império Romano.
                    Era assim que Roma agia, justificava as invasões às regiões bárbaras alegando "civilizar estes povos". Atualmente os EUA invadem países alegando "democratizar" o povo. Coincidência?

Frase do Dia

Passei aqui só pra deixar esta frase:

"Descobri que meu casamento é como um workshop... enquanto eu work, minha mulher shop...."